Fotos Atualizadas!

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O blog Nosso Seridó está disponibilizando para os visitantes do mesmo, as fotos do Folclore da Escola Cenecista Professor Jesuíno Azevedo, CNEC.

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O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO

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(Anotações)

"É extremamente importante reconhecer que o matrimônio é tanto
uma realidade HUMANA quanto DIVINA, e que a realidade divina sempre suplanta o
elemento humano. Sem essa compreensão, os matrimônios estão sujeitos a muitos
problemas, e em muitos casos, acabarão em fracasso".
Não basta dizer “Eu amo o/a meu/minha esposo/a, temos uma bela casa em um bairro agradável, temos bons empregos e somos felizes” por termos um bom casamento. Se a salvação/felicidade eterna de qualquer um dos dois ou ambos estiver em risco devido ao pecado, ele NÃO é um bom casamento.

A Fé é essencial para um bom casamento. Se faltar fé em Deus por parte de um dos cônjuges, os esposos não estão crescendo na fé, eles não conhecerão ou serão capazes de aceitar o significado do matrimônio, e haverá sérios problemas dentro do relacionamento se a prioridade do elemento divino estiver faltando devido à falta de fé. Nunca podemos captar plenamente a dimensão divina do matrimônio sem a fé, porque a fé abre a nossa alma para Deus e para as realidades divinas.

No mundo de hoje, o secularismo e o materialismo imperam. O que os cientistas e “peritos” em diversos campos têm a dizer recebem mais importância do que aquilo que é ensinado pela nossa fé. Aceitamos as suas suposições: de que o importante é aquilo que traz prazer imediato, conforto e satisfação. Este tipo de pensamento afeta o matrimônio e não ajuda as pessoas a entenderem a realidade divina do matrimônio. Isso é lamentável, porque os casais nunca serão capazes de viver seu matrimônio bem sem compreender o elemento divino e sem a fé; essa compreensão lhes escapará.

O mundo é SECULAR, MATERIALISTA e dificulta bastante que qualquer pessoa cresça na fé. Os atrativos que o mundo oferece incluem: Televisão, com os seus valores perniciosos, não apenas corrompe os espectadores, mas também impede que o casal dialogue sobre vários assuntos, partilhando idéias e explorando opiniões diversas. Ela não ajuda a crer no divino, a rezar juntos e somente corrompe o dom de Deus de nossa sexualidade. A Internet, centrada nos valores seculares e materialistas, mantém os casais em um mundo separado um do outro.

Bens materiais e consumismo, com enfoque na aquisição de mais e mais roupas, jóias, aparelhos, etc., uma casa maior, um carro melhor, um emprego melhor para ter mais dinheiro para gastar.

O mundo da diversão, com os seus esportes, jogos, filmes, concertos, programas televisivos de fofocas.

Tempo excessivo gasto no trabalho ou na escola.

O problema principal hoje em dia é que muitos pertencem mais ao mundo do que a Deus. Um exemplo que ilustra isso é o desinteresse de muitos casais em ter mais do que 1 ou 2 filhos. Outras coisas são mais importantes para eles, como, por exemplo, dinheiro para gastar com bens materiais ou férias, a figura da mulher.

QUAIS DEVERIAM SER AS PRINCIPAIS CONSIDERAÇÕES?

Chegar ao Céu e educar novas almas para conhecer, amar e servir a Deus. Está faltando entre muitas pessoas esta consciência do que é de importância fundamental, e isso se deve ao fato que está faltando fé. A fé deve estar presente, de outra forma não podemos enxergar a realidade divina do matrimônio. Precisamos crescer na Fé. Ambos os esposos precisam se esforçar para crescer em sua fé.

MEDIDAS PRÁTICAS PARA O CRESCIMENTO NA FÉ

Examine a maneira como você passa o seu tempo. Quanto tempo está sendo despendido em ir à Missa e à Confissão, em rezar, ler as Escrituras, passar algum tempo diante o Santíssimo Sacramento, em estudar a nossa Fé? Fortaleceremos a nossa Fé despendendo mais tempo nessas atividades.

Nosso entendimento sobre o matrimônio é determinado pela Fé ou pelo mundo e seus valores. Os seres humanos se tornam escravos do pecado e do mundo quando ficam preocupados demais com a casa, o trabalho, a escola, a aparência e etc., em vez de se certificarem de que a sua alma está de bem com Deus.

As realidades abaixo são extremamente importantes, mas muitas pessoas as consideram difíceis de aceitar porque elas são muito cativas, muito envolvidas pelas atitudes e valores mundanos:

DEUS e o DEMÔNIO - Ambos são reais. Deus nos da o dom do matrimônio; o demônio o distorce.

GRAÇA e PECADO - A Graça nos ajuda a viver bem dom. O pecado causará ruína e se opõe à graça.

CÉU e INFERNO - Os casais caminharão através da vida seguindo para o céu ou para o inferno.
Os esposos ou trabalham com a graça para caminhar em direção ao céu ou a rejeitam e se tornam escravos do pecado.

O ENFOQUE NO MATRIMÔNIO DEVE SER EM DEUS, JESUS E SUA IGREJA. Ambos os esposos devem estar em harmonia. Se existirem diferenças relevantes na crença desses três aspectos, mais cedo ou mais tarde, haverá grandes problemas no matrimônio. Não se pode entender a essência do matrimônio, a não ser que se conheça claramente certas verdades: Deus criou o matrimônio. Ele no-lo deu como um dom. O MATRIMÔNIO PERTENCE À DEUS! Através do sacramento do matrimônio, o casal se torna UMA SÓ CARNE.

Hoje em dia muitos católicos apenas vivem juntos ou então celebram um contrato civil. O governo pode dizer que eles estão casados, mas isso não significa nada, porque o governo não criou o matrimônio. Faz tão pouco sentido dizer que o governo pode conceder uma licença de casamento quanto afirmar que a Igreja pode conceder uma carteira de habilitação. Nenhum dos dois estaria operando em sua esfera de influência.

Os casais precisam ter Jesus como o seu exemplo a fim de compreender o que significa o matrimônio. Jesus deu a Sua vida por Sua esposa, a Igreja. A Igreja é o Corpo Místico de Cristo.

OS CASAIS DEVEM SER ABSOLUTAMENTE FIÉIS AOS ENSINAMENTOS DE SUA IGREJA, PORQUE ELA FALA COM A VOZ DE JESUS, A FIM DE VIVER O SEU DOM DE MATRIMÔNIO.

SOU CATÓLICO - VIVO A MINHA FÉ

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Por Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Apresentação

O apóstolo São Pedro recomenda que os batizados devem “estar sempre prontos a dar a razão da sua esperança a todo aquele que a pedir” (cf. 1Pd 3,15). Que significa ter fé? Por que cremos e onde está baseada nossa fé católica? Em que, de fato, os católicos crêem? Como devem rezar e viver neste mundo?

Nossa fé é um dom precioso de Deus, que só conseguiremos apreciar e valorizar devidamente se o conhecermos. A consciência das origens e dos fundamentos de nossa fé e de nossa pertença à Igreja Católica nos faz encontrar a alegria de sermos cristãos.

Nossa fé é um dom precioso de Deus, que só conseguiremos apreciar e valorizar devidamente se o conhecermos. A consciência das origens e dos fundamentos de nossa fé e de nossa pertença à Igreja Católica nos faz encontrar a alegria de sermos cristãos.

É importante dar-nos conta de que não estamos sozinhos na nossa fé: cremos com os apóstolos, os mártires, os santos e servidores do povo de Deus do passado e do presente, com o Papa e os bispos, com tantos irmãos espalhados pelo mundo inteiro, no passado e no presente. É graça de Deus crer com toda a Igreja, e como a Igreja crê.

Tenho, pois, a satisfação de apresentar este livro Sou Católico — vivo a minha fé, elaborado sob a responsabilidade da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, da CNBB. Este texto quer ser uma resposta ao anseio manifestado muitas vezes por pessoas que, confrontadas com o grande volume de informações e afirmações sobre religião, fé e moral, nem sempre conseguem ter clareza sobre a própria fé católica.

É um subsídio da CNBB, destinado a ajudar os católicos, e todas as pessoas interessadas, a conhecerem melhor os fundamentos da fé e da vida cristã católica. O texto traz exposições breves e essenciais sobre aquilo que os católicos crêem, como rezam e como são chamados a viver, em conformidade com sua dignidade de cristãos e membros da Igreja. No final, aparecem algumas respostas a perguntas que os católicos, com freqüência, são desafìados a responder.

Sendo breve, o texto remete necessariamente ao Catecismo da Igreja Católica e aos demais textos do Magistério da Igreja, onde o católico poderá encontrar respostas mais abrangentes e aprofundadas sobre a própria fé.

Agradeço a Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé, da CNBB, aos outros membros da Comissão e demais colaboradores na elaboração deste livro. Deus os recompense.

Faço votos que este subsídio ajude aos irmãos na fé e se torne, de fato, um instrumento eficaz na missão evangelizadora da Igreja, para formar os cristãos católicos como discípulos e missionários de Jesus Cristo para que, nele, nosso povo encontre vida plena.

Brasília, 8 de abril de 2007, Solenidade da Páscoa da Ressurreição de Jesus.

Cardeal Geraldo Majella Agnelo Arcebispo Metropolitano de São Salvador da Bahia Presidente da CNBB

Bispo de Guarabira visita e preside missa em São José do Seridó

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O novo Bispo de Guarabira-PB, Dom Lucena, esteve visitando a cidade de São José do Seridó e na oportunidade celebrou uma missa na igreja Matriz de São José ao lado do Padre Fabiano, que é o novo pároco da cidade.

Fabiano, atualmente assume o cargo que já foi ocupado pelo recém ordenado Bispo. Dom Lucena é uma pessoa muito querida pela comunidade de São José do Seridó.

Sua passagem pela cidade foi pautada por muita amizade. A presença da autarquia religiosa deixou emocionada toda a comunidade cristã católica. A missa celebrada por Padre Lucena foi transmitida pela Rádio Local.

Logo após a celebração houve homenagem a D. Lucena e em seguida uma recepção no centro social da paróquia, onde paroquianos recepcionaram D. Lucena.

Do blog: Os dois já passaram pela nossa Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Jardim do Seridó-RN e deixaram-nos muito alegre.
Foto: Dom Lucena (Ordenação Episcopal)

Jardim do Seridó está em festa

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O município jardinense está comemorando o sesquicentenário (150 anos) de Emancipação Política, ou seja, 150 anos que deixou de pertencer a cidade do Acari.

Confira nas notícias abaixo a programação, clicando nas imagens da programação.

Irmãs estão realizando Tríduo Solene em honra a sua fundadora

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Ontem (26), às 19h, iniciou-se o Tríduo Solene em honra a beata Savina Petrilli. Esse ano é a primeira vez que estão sendo realizados esses noitários. Todo o tríduo tá sendo realizando pelas Irmãs Pobres de Santa Catarina de Sena de nossa cidade de Jardim do Seridó, que tem Savina Petrilli como fundadora da congregação.

Os novenários serão realizados esses três dias às 19h. Agradece desde já, as Irmãs dos Pobres de Santa Catarina de Sena.

Guia do eleitor

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Para os Verdadeiros Católicos
Copyright (c) 2004, Catholic Answers. Todos os direitos reservados.
http://www.catholic.com
(Tradução de Carlos M. Nabeto, para o website www.veritatis.com.br)

Este Guia oferece declarações claras e concisas acerca de cinco assuntos morais inegociáveis. Ao terminar de lê-lo, não restará dúvida ou confusão a respeito do ensino da Igreja, sobre o que ela exige de seus filhos.

Nenhuma parte deste Guia deverá ser interpretada como apoio para algum candidato ou partido político.

COMO ESTE GUIA DO ELEITOR PODE AJUDÁ-LO?

Este Guia do Eleitor o ajudará a votar de modo consciente, fundamentado no ensino moral católico. Este Guia o auxiliará a eliminar aqueles candidatos que apóiam políticas irreconciliáveis com as normas de moralidade sustentadas por todo cristão.

Face a maioria dos temas apresentados pelos candidatos e legisladores, os católicos podem favorecer um ou outro, sem ter que agir contra a sua fé. Com efeito, a maioria dos assuntos não necessita de uma "postura católica".

Porém, alguns assuntos são tão importantes, tão fundamentais, que apenas uma única ação pode estar de acordo com o ensino do evangelho cristão. Ninguém que defenda uma postura incorreta nesses assuntos pode dizer que age segundo as normas morais da Igreja.

Este Guia do Eleitor identifica os cinco assuntos "inegociáveis" e o ajuda a chega numa lista de candidatos aceitáveis, que postulam um cargo político, seja a nível nacional, estatal ou municipal.

Os candidatos que respaldarem qualquer dos cinco assuntos inegociáveis, devem ser considerados desqualificados para o desempenho de cargo público e, portanto, não devem receber o seu voto. Assim, você deverá fazer a sua escolha entre os candidatos restantes.

SEU PAPEL COMO ELEITOR CATÓLICO

Os católicos têm a obrigação moral de promover o bem comum ao exercer o seu privilégio de voto (cf. CIC, §2240). As autoridades civis não são as únicas responsáveis pelo país. "O serviço do bem comum exige dos cidadãos que cumpram com a sua responsabilidade na vida da comunidade pública" (CIC, §2239). Isto significa que os cidadãos devem participar do processo político na urna de votação.

Porém, a votação não pode ser arbitrária. "A consciência cristã bem formada não permite a alguém favorecer com o próprio voto a concretização de um programa político ou a aprovação de uma lei particular que contenham propostas alternativas ou contrárias aos conteúdos fundamentais da fé e da moral" (CVP nº 4).

Algumas questões sempre estarão erradas e ninguém poderá votar a favor delas direta ou indiretamente. Os cidadãos votam a favor desses males quando votam nos candidatos que se propõem a promovê-los. Portanto, os católicos não devem votar a favor de alguém que promove programas ou leis intrinsicamente más.

OS CINCO ASSUNTOS INEGOCIÁVEIS

Estes cinco assuntos são chamados inegociáveis porque contêm atos que sempre são moralmente maus e nunca podem ser promovidos pela lei. É pecado grave defender ou promover qualquer destes atos e nenhum candidato que verdadeiramente deseja fomentar o bem comum pode apoiar estes cinco assuntos inegociáveis:

1. O Aborto

Sobre uma lei que permite o aborto, a Igreja ensina que "nunca é lícito submeter-se a ela, nem participar em uma campanha de opinião a favor de uma lei semelhante, nem dar-lhe o sufrágio do próprio voto" (EV nº 73). O aborto é o assassinato intencional de um ser humano inocente e, portanto, é uma espécie de homicídio.

A criança sempre é parte inocente e nenhuma lei pode permitir que lhe seja tirada a vida. Mesmo quando uma criança é concebida em razão de estupro ou incesto, a criança não tem culpa e não deve sofrer a morte pelo pecado dos outros.

2. A Eutanásia

Às vezes disfarçada sob a denominação de "morte misericordiosa", a eutanásia é uma forma de homicídio. Ninguém tem o direito de tirar sua própria vida (suicídio) e ninguém tem o direito de tirar a vida de uma pessoa inocente.

Com a eutanásia, os doentes e os idosos são assassinados sob um sentido de compaixão mal fundamentado, pois a verdadeira compaixão não pode incluir o cometimento de atos intrinsicamente maus contra outra pessoa (cf. EV nº 73).

3. As Pesquisas com Células Estaminais Fetais

Os embriões humanos são seres humanos. "O respeito pela dignidade do ser humano exclui toda manipulação experimental ou exploração do embrião humano" (CDF nº 4b).

Os recentes avanços científicos demonstram que qualquer cura que possa resultar dos experimentos com células estaminais fetais pode também ser desenvolvida a partir do uso de células estaminais adultas. As células estaminais adultas podem ser obtidas sem causar mal aos adultos das quais provêem. Portanto, já não existe um argumento médico favorável ao uso das células estaminais fetais.

4. A Clonagem Humana

"As tentativas... para se obter um ser humano sem conexão alguma com a sexualidade, mediante 'fisão gemelar', clonagem, partenogênesis, devem ser consideradas contrárias à moral, porque estão em contraste com a dignidade tanto da procriação humana como da união conjugal" (RVH 1,6).

A clonagem humana também acaba sendo uma forma de homicídio porque destrói o clone "rejeitado" ou "fracassado"; no entanto, cada clone é um ser humano.

5. O "Matrimônio" Homossexual

O verdadeiro matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. O reconhecimento legal de qualquer outra forma de "matrimônio" menospreza o verdadeiro matrimônio e o reconhecimento legal das uniões homossexuais na realidade causa dano aos homossexuais, pois os anima a continuar vivendo sob um acordo objetivamente imoral.

"No caso de uma Assembléia Legislativa propor pela primeira vez um projeto de lei a favor da legalização das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de expressar clara e publicamente seu desacordo e votar contra o projeto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um ato gravemente imoral" (UPH nº 10).

COM QUAIS CARGOS POLÍTICOS DEVO ME PREOCUPAR?

As leis são aprovadas pelo Legislativo, o Executivo as faz cumprir e o Judiciário as interpreta. Isto quer dizer que você deve se preocupar com qualquer candidato ao Legislativo, ou qualquer um que se apresente como candidato ao Poder Executivo e, [nos países onde for cabível] os que se candidatam à magistratura. E isto não apenas em nível nacional, mas também estadual e municipal.

É certo que, quando o cargo é inferior, há menor probabilidade do candidato apoiar certas causas. Por exemplo, é possível que a Câmara Municipal jamais discuta o tema da clonagem humana. Porém, é muitíssimo importante avaliar cada candidato antes das eleições, sem importar o cargo que está disputando.

Poucas pessoas alcançam um alto posto sem ter ocupado um cargo menor. Algumas poucas pessoas se convertem em deputados, em senadores ou presidentes sem ter sido antes eleitas para um cargo menor. Porém, a maioria dos deputados, senadores e presidentes começaram sua carreira política em nível local. O mesmo ocorre com os deputados estaduais; muitos deles começaram nas Câmaras Municipais e associações de bairro, galgando aos poucos a carreira política.

Os candidatos que futuramente postularão cargos superiores procederão principalmente dos atuais candidatos a cargos menores. Por isso, é prudente empregar os mesmos princípios para os candidatos municipais como para os estaduais e federais.

Se os candidatos que estão equivocados nos cinco assuntos inegociáveis fracassarem na eleição para os cargos menores, talvez não postularão cargos superiores. Isto facilitaria a eleição dos melhores candidatos para os postos de maior influência em nível estadual e nacional.

COMO DETERMINAR A POSTURA DE UM CANDIDATO

1. Isto poderá se conseguir com maior facilidade quanto mais importante for o cargo. Por exemplo: apresentar estes assuntos [inegociáveis] aos deputados e senadores e determinar sua postura. O mesmo podemos fazer em nível estadual. Em ambos os casos, conhecer a postura de um candidato pode ser fácil ao ler artigos em jornais e revistas, buscar suas opiniões na Internet ou avaliar suas propostas impressas e distribuídas durante o período eleitoral.

2. Um pouco mais difícil é conhecer as opiniões dos candidatos aos cargos municipais, porque poucos deles tiveram a oportunidade de considerar a legislação sobre temas como o aborto, a clonagem e a santidade do matrimônio. Porém, estes candidatos, por serem locais, freqüentemente podem ser contatados diretamente ou mantêm comitês eleitorais onde poderão explicar sua postura perante estes temas.

3. Se não for possível determinar a postura do candidato por outros meios, não hesite em escrever-lhe diretamente e perguntar-lhe qual a sua posição sobre cada um dos assuntos inegociáveis.

COMO NÃO SE DEVE VOTAR

1. Não confie seu voto apenas à sua filiação partidária, em seus anteriores hábitos de votação ou na tradição familiar de voto. Há alguns anos, estas eram formas confiáveis para determinar em quem se poderia votar, mas hoje não são mais confiáveis. Deve-se olhar cada candidato como um indivíduo. Isto significa que você pode votar em candidatos de partidos distintos.

2. Não vote pela aparência ou personalidade do candidato ou por sua astúcia perante os meios de comunicação. Alguns desses candidatos atraentes, agradáveis e que dizem o que convém apóiam males intrínsicos quando deveriam se opor a eles, enquanto que outros candidatos, que parecem simples, cansados ou incomodados pelas câmaras defendem leis que estão de acordo com os princípios cristãos.

3. Não vote em candidatos apenas porque se declaram católicos. Infelizmente, muitos dos candidatos que se dizem católicos rejeitam os ensinamentos básicos da moral católica. Eles apenas são "católicos" porque querem o voto dos católicos.

4. Não selecione os candidatos baseando-se apenas no pensamento: "O que vou ganhar?". Tome sua decisão optando pelos candidatos que pareçam mais dispostos a promover o bem comum, ainda que você não se beneficie direta ou imediatamente do ordenamento legal que propõem.

5. Não premie com seu voto os candidatos que estejam corretos em assuntos menos importantes, mas que estão equivocados em assuntos morais fundamentais. Pode ser que um candidato adquira uma certa consideração por ter votado exatamente como você deseja, embora já tenha votado a favor - digamos - da eutanásia. Tal candidato jamais deve receber o seu voto. Os candidatos devem saber que estar equivocado em um dos cinco assuntos inegociáveis é suficiente para excluí-los da sua consideração.

COMO VOTAR

1. Para cada cargo, determine primeiro a posição que cada candidato possui em cada um dos cinco assuntos inegociáveis.

2. Elimine da sua relação os candidatos que estiverem equivocados em qualquer um dos assuntos inegociáveis. Não importa que tenham razão em outros assuntos; devem ser desprezados se estiverem equivocados em um só dos não negociáveis.

3. Escolha entre os candidatos restantes, baseando-se no seu juízo sobre as posições de cada candidato em outros assuntos de menor importância.

QUANDO NÃO HÁ UM CANDIDATO "ACEITÁVEL"

Em alguns debates públicos, cada candidato assume uma postura equivocada em um ou mais assuntos inegociáveis. Nesse caso, você pode votar no candidato que assuma menos posturas incorretas; ou que pareça ser mais incapaz para fazer avançar a legislação imoral; ou pode, ainda, não votar em ninguém.

O PAPEL DA SUA CONSIÊNCIA

A consciência é como um alarme: o adverte quando está a ponto de cometer algum erro. Ela apenas não determina o que é bom ou mau. Para que a sua consciência funcione corretamente, deve estar bem informada. Ou seja, você deve se informar sobre o que é bom e o que é mau. Só assim sua consciência será um guia confiável.

Infelizmente, muitos católicos hoje em dia não formaram suas consciências adequadamente sobre os assuntos fundamentais da moralidade. O resultado é que suas consciências não disparam nos momentos apropriados, inclusive no dia das eleições.

Uma consciência bem formada jamais contradiz o ensino moral católico. Por essa razão, se você tem dúvidas sobre o caminho que deve trilhar a sua consciência no momento de votar, ponha sua confiança no firme ensino moral da Igreja (o Catecismo da Igreja Católica é uma excelente fonte de ensino moral autêntico).

QUANDO ACABAR DE LER ESTE GUIA DO ELEITOR

Por favor, não pare com a simples leitura deste Guia. Leia-o, aprenda com ele e prepare a sua seleção de candidatos baseado nele. Após, forneça este Guia do Eleitor a um amigo e peça-lhe que o leia e o repasse a outros. Quanto mais pessoas votarem de acordo com os princípios morais básicos, melhor será o nosso país.

ABREVIAÇÕES

CIC - Catecismo da Igreja Católica

CVP - Congregação para a Doutrina da Fé: Nota doutrinal sobre algumas questões relativas ao compromisso e a conduta dos católicos na vida política.

CDF - Pontifício Conselho para a Família: Carta dos Direitos da Família.

EV - João Paulo II: Carta Encíclica Evangelium Vitae (O Evangelho da Vida)

RVH - Congregação para a Doutrina da Fé: Instrução acerca do respeito da vida humana nascente e dignidade da procriação.

UPH - Congregação para a Doutrina da Fé: Considerações acerca dos projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais

Convite - 150 anos de Emancipação Política de Jardim do Seridó-RN

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Arquidiocese ganha novos padres

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O Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, ondenará dez novos padres para a Igreja de Jesus Cristo, no dia 7 de outubro de 2008, às 17h, em missa concelebrada na Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Apresentação, Natal-RN, serão ordenados os Diáconos Francisco de Assis Rodrigues de Lima, Iranildo Virgílio da Cruz, Jailton da Silva Soares, José Irineu da Silva, José Marcelo Cezarino Cruz, Marcelo Bezerra Coutinho e Rogério Ferreira Barros, da Arquidiocese, e Ir. Francisco Calheiro Filho, Ir. Magno Jales da Costa e Ir. José Daniel Nunes, da Associação dos Filhos de Sant’Ana.


O Diácono Francisco Lima ingressou no seminário em 1999, como vocacionado da Paróquia do Beato Ambrósio Francisco Ferro, do Planalto-Natal-RN, e hoje faz estágio na Paróquia de São Paulo Apóstolo - São Paulo do Potengi-RN, especificamente na cidade de São Pedro-RN; Iranildo Vírgílio da Cruz ingressou em 2001, vindo da Paróquia da Imaculada Conceição - Nova Cruz-RN, e hoje faz estágio na Paróquia de São João Batista - Pendências-RN; Jailton da Silva Soares ingressou em 2001, vindo da Paróquia de nOssa Senhora da Conceição-Macau-RN, e hoje faz estágio na Área Pastoral de São Pedro-Várzea-RN;José Irineu da Silva entrou no seminário em 2000, vindo de Monte Alegre, e faz estágio em Santa Cruz; José Marcelo Cezarino Cruz ingressou em 1999, vindo de Nova Cruz, e está estagiando na Área Pastoral de Santa Clara, no Pitimbu e desempenha um trabalho junto a Pastoral Carcerária da Arquidiocesana; Marcelo Bezerra Coutinho entrou no Seminário em 2000, vindo da Paróquia de São Lucas, do Amarante-Natal-RN, e faz estágio em Santa Maria e Ielmo Marinho; Rogério Ferreira Barros ingressou em 2001, vindo de São José de Mipibu, e faz estágio pastoral em João Câmara.


Arquidiocese de Natal cria Setor Jurídico

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O Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, assinou decreto, datado de 5 de agosto de 2008, criando o Setor Jurídico da Arquidiocese de Natal. No decreto, o Arcebispo justifica a criação do Setor: “considerando a necessidade cada vez mais eminente da Arquidiocese de Natal responder à demanda jurídica em âmbito civil e à necessidade de prestar auxílio às paróquias e entes ligados à Arquidiocese, relacionado ao direito civil”.

Para a função de responsável pelo novo Setor, o Arcebispo nomeou, através de provisão datada de 13 de agosto, o advogado e diácono Francisco das Chagas Teixeira de Araújo. “Como solícito cooperador do nosso ministério, exerça a função a que foi chamado com espírito e caridade pastoral”, diz o Arcebispo, no texto da provisão.

O Diácono Teixeira atenderá às paróquias no Centro Pastoral Pio X, subsolo da Catedral, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas. No período de março a julho deste ano, ele fez os Cursos de “Terceiro Setor: aspectos jurídicos, gestão e captação de recursos”, promovido pela Escola Superior de Advocacia, da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB/SP, e de “Administração e Gestão no Terceiro Setor”, na Fundação Getúlio Vargas. O Diác. Teixeira também é o presidente da Comissão Especial do Direito no Terceiro Setor, da OAB/RN.
Foto: Diác. Francisco Teixeira

CATÓLICOS A FAVOR DO ABORTO NÃO DEVEM COMUNGAR

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Católicos a favor do aborto não devem comungar,

precisa Prefeito da Assinatura Apostólica

VATICANO, 19 Ago. 08 / 06:10 am (ACI).- O Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica da Santa Sé, Arcebispo Raymond L. Burke, precisou que os católicos, especialmente os políticos que publicamente defendem o aborto não devem comungar; e se referiu também à responsabilidade de caridade que têm os ministros da comunhão de negar-lhes a mesma, se a solicitarem, “até que tenham reformado a própria vida“.

Em uma entrevista concedida à revista Radici Cristianize (Raízes Cristãs), Dom Burke, quem fora até recentemente Arcebispo de Saint Louis (Estados Unidos), explicou que os católicos não têm o direito de receber a Eucaristia.

“Quem pode reivindicar um direito a receber o Corpo de Cristo? Tudo é um ato sem medida do amor de Deus. Nosso Senhor se faz Ele mesmo disponível em seu Corpo e em seu Sangue mas não podemos dizer jamais que temos o direito de recebê-lo na Santa Comunhão. Cada vez que nos aproximamos dele, devemos fazê-lo com uma profunda consciência de nossa indignidade”, explicou o Prefeito.

Depois de comentar que entre os fiéis se vêem às vezes atitudes de irreverência ao receber a Comunhão, o Arcebispo destacou que “receber indignamente o Corpo e o Sangue de Cristo é um sacrilégio. Se o fizer deliberadamente em pecado mortal é um sacrilégio”.

“Se tivermos um pecado mortal na consciência, devemos primeiro nos confessar desse pecado e receber a absolvição, e só depois nos aproximar do Sacramento Eucarístico”, ressaltou.

Seguidamente pôs como exemplo deste sacrilégio o caso de qualquer “funcionário público que com conhecimento e consentimento sustenta ações que estão contra a lei moral Divina e Eterna. Por exemplo, apoiar publicamente o aborto procurado, que comporta a supressão de vidas humanas inocentes e indefesas. Uma pessoa que comete pecado desta maneira deve ser admoestada publicamente de modo que não receba a Comunhão até que não tenha reformado a própria vida”.

“Se uma pessoa que foi admoestada persiste em um pecado mortal público e se aproxima de receber a Comunhão, o ministro da Eucaristia tem a obrigação de negar-lhe a mesma, por que? Sobre tudo pela salvação da própria pessoa, lhe impedindo de realizar um sacrilégio”, adicionou.

O Prelado vaticano indicou logo que negar a Comunhão nestes casos impede que se gere o escândalo; “em primeiro lugar, um escândalo referente a nossa disposição para receber a Santa Comunhão”.

Quer dizer, disse, “deve-se evitar que a gente seja induzida a pensar que se pode estar em estado de pecado mortal e aproximar-se da Eucaristia. Em segundo lugar, poderia existir outra forma de escândalo, consistente em levar às pessoas a pensar que o ato público que esta pessoa está fazendo, que até agora todos acreditavam que era um pecado sério, não o é tanto se a Igreja lhe permite receber a Comunhão”.

“Se tivermos uma figura pública que aberta e deliberadamente sustenta os direitos abortistas e que recebe a Eucaristia, o que terminará pensando a gente comum? Pode chegar a acreditar que é correto até certo ponto suprimir uma vida inocente no seio materno”, advertiu.

O Prefeito da Assinatura Apostólica disse também que quando um bispo ou autoridade eclesiástica impede que um abortista receba a comunhão “não tem nenhuma intenção de interferir na vida pública mas no estado espiritual do político ou do funcionário público que, se for católico, deve seguir a lei divina também na esfera pública”

“Portanto, é simplesmente ridículo e errado tratar de silenciar a um pastor acusando-o de interferir em política para que não possa fazer o bem à alma de um membro de sua grei”, disse o Prelado vaticano.

Depois de afirmar que é “simplesmente errôneo” pensar que a fé deve reduzir-se ao privado abandonando o âmbito público, o Arcebispo alentou a “dar testemunho de nossa fé não só no privado dos nossos lares mas também em nossa vida pública com outros para dar um forte testemunho de Cristo”.

Gabarito – 4ª SÉRIE DO ENSINO FUNDAMENTAL

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03- C
04- E
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16- E
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18- B
19- B
20- C

História de São José do Seridó - RN

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Origem da Terra denominada "Bonita"
A Bonita é uma das comunidades que originou-se da sesmaria 406 ( terras abandonadas da Capitania Hereditária do Rio Grande do Norte). O crioulo alforriado Nicolau Mendes da Cruz, fez ao presidente das províncias do Rio Grande do Norte, o Sr. Tomás de Araújo Pereira uma petição solicitando posse das terras e foi atendido, tendo por objetivo desbravamento das terras do sertão seridoense utilizando-se a pecuária, petição concedida por volta de 1752, com o nome de sítio São José e localizado ao longo do rio São José, com meia légua para cada lado do rio. Nicolau percorria todas as suas terras e orgulhava-se de um poço profundo e de águas cristalinas, onde suas filhas adoravam tomar banho, por causa de suas rochas parecendo trampolins. Um certo dia uma de suas filhas foi surpreendida tomando banho por um pescador, que encantou-se com sua beleza e passou a admirá-la, que ao notar sua presença fugiu meio ao matagal, e o pescador nunca mais vê-la passou a chamar o local onde a virgem se banhava de POÇO DA BONITA.

A cidade de São José da Bonita
Em 28 de setembro de 1917 foi dado o primeiro passo para a fundação da cidade, com as dificuldades de acesso a cidade de Jardim do Seridó-RN, em virtude do impedimento do tráfego pelos rios São José, Cobra e Acauã, surgiu a idéia da criação da cidade, que após discutido pelos moradores o projeto foi levado até o Sr. Prefeito Heráclito Pires Fernandes (Prefeito de Jardim do Seridó-RN) que prontamente apoiou a idéia, providenciado o estudo do local, com isto, os senhores Justino Dantas e Joaquim Manoel do Nascimento, ( Joaquim Loló ) tiveram papel importante na fundação da cidade, mas foi Loló que se propôs a doar as terras para a fundação da cidade, oferecendo 12 braças de terra de sua propriedade, com meia légua de fundo, sendo muito aplaudido e reverenciado pelos moradores. Coube também a Joaquim Loló escolher o nome do padroeiro, São José, por ocasião da escrituração das terras ,isto porque o rio j era chamado de São José. De posse das escrituras o Sr . Heráclito Pires Fernandes, veio ao sítio Bonita acompanhado de autoridades e um topógrafo, e iniciou a demarcação da cidade, a partir da construção da igreja e o ,mercado, locando duas ruas , em seguida Manoel Theodoro, pediu que fosse feita uma enorme latada ao lado da demarcação do local onde seria construído o mercado, ficando responsáveis por estas construções os senhores Joaquim Loló e Justino Dantas. No dia 04 de Novembro de 1917 o então prefeito de Jardim do Seridó-RN, o Sr: Heráclito Pires Fernandes, declarou fundada a cidade de São José da Bonita e que com muita euforia foi iniciada a primeira feira da cidade.

Emancipação Política de São José do Seridó - RN
Em 26 de maio de 1962, o vereador MOIZÉS SÁTIRO DA SILVA, apresentou o projeto de lei n º 2.793, pedindo que fosse desmembrado a área de 186 Km² para o município de SÃO JOSÉ DO SERIDÓ - RN, na época governava Jardim do Seridó, o Sr. Prefeito municipal JOAQUIM ALVES DA SILVA, iniciando a criação do município de São José do Seridó -RN. A lei foi homologada pela Assembléia Legislativa em 26 de março de 1963 , Lei nº 2.841 e publicada no Diário Oficial do Estado em 26 de março de 1963. Em 03 de abril de 1963, o SR. JOÃO RAIMUNDO PEREIRA foi nomeado prefeito interino de SÃO JOSÉ DO SERIDÓ - RN, pelo o Exmo. Sr: Dr. ALUIZO ALVES, Governador do stado, por decreto de 03 de abril de 1963 e publicado no Diário Oficial nº 205 de 04 de abril de 1963, na Escola Estadual JESUÍNO AZEVEDO, desta cidade, sob a presidência do sr". Juiz de Direito, da comarca de JARDIM DO SERIDÓ, Dr. MANOEL ARAÚJO SILVA, declarou empossado o prefeito o Sr. JOÃO RAIMUNDO PEREIRA. Autoridades presentes: DR. MANOEL DE MEDEIROS BRITO, Deputado Estadual, ARNALDO CAVALCANTE DE ALBUQUERQUE, agente de estatística, o Sr. Prefeito de Jardim do Seridó-RN, JOAQUIM ALVES DA SILVA e demais pessoas de nossa cidade. O prefeito recém empossado , usando da palavra declarou a todos presentes, que estava instalado o município de São José do Seridó- RN. O Sr. MANOEL DE MEDEIROS BRITO, parabenizou o novo prefeito, e o povo pelo brilhante acontecimento. E com muita euforia pelo dever cumprido foi encerrada sessão.

O Desenvolvimento
A indústria sempre foi um ponto forte de nossa cidade. O consórcio Epaminondas Dantas nasceu com a cidade, tinha a sua frente o industrial José Calasancio Dantas (Zezinho), irmão de Justino Dantas, um dos fundadores de nossa cidade. Hoje São José conta com 03 Supermercados de médio porte, algumas mercearias, duas churrascarias, bares, algumas lojas de confecções, 02 lan houses, facções para camisas e as fábricas de bonés, que hoje já distribuem suas mercadorias para todo o Brasil.

Características do Espaço Geográfico
O município de São José do Seridó - RN, está localizado na micro-região do seridó oriental, do Estado do Rio Grande do Norte, situando-se a 200 metros de altitude, numa área de 186 km² , equivalente a 0,35 % da superfície do Rio Grande do Norte, com uma população de 3.178 habitantes, apresentando uma densidade demográfica de 17.08 Hab/Km² e tendo como base econômica a agropecuária.

Limites
O município de São José do Seridó - RN, limita-se ao Norte, com Cruzeta: ao Sul, com Jardim do Seridó: ao Leste, com Acari: ao Oeste com Caicó. A sua posição geográfica determinadas pelas coordenadas geográficas é de 6 º 28 ' 66 '' de latitude sul e 36 º 52 ' 40 '' de longitude oeste . A distância rodoviária da sede do município a Natal -RN capital é de 240 Km e 192 Km em linha reta.

Relevo
O município apresenta uma topografia pouco acidentada. Destacando - se uma chapada denominada Caatinga Grande, onde está localizado um Assentamento de 63 famílias em área de 2.000 hectares.
Geologicamente o município abrange terrenos pertencentes ao Embasamento Cristalino, com rochas da Formação Seridó da idade Pré-Cambriano, 579 milhões de anos caracterizada por biotita xisto, sericita xisto, filitos e calcários.

Hidrografia
O município é banhado pelos rios São José, Acauã e Seridó, sendo que a cidade é banhada pelo rio São José. ( todos os rios são temporários), em 1994 o governador do estado, construiu em tempo recorde a Barragem passagem das traíras , com capacidade para 50 milhões de m³, situada na divisa dos municípios de Caico-RN, Jardim do Seridó-RN e São José do Seridó-RN, a referida barragem foi construída em 5 meses, sendo abastecida pelos rios Acauã, Seridó e São José, tendo uma represa de 13 Km de extensão, beneficiando famílias ribeirinhas dos municípios de São José do Seridó e Jardim do Seridó, a construção da mesma permite hoje as atividades de Pesca e Agricultura Irrigada, suas águas abastecem o município de Jardim do Seridó e Parte Oeste do município de Caicó - RN, vale salientar que em 27 de maio de 1995 aconteceu a sua primeira sangria e que pela primeira vez na história de desapropriação no Rio Grande do Norte as famílias foram indenizadas pelas benfeitorias e continuam usando a terra como unidade de produção.

Clima
Caracterizado por apresentar chuvas escassas e mal distribuídas durante o ano inteiro, pois o período chuvoso geralmente é de no máximo três meses no ano.
A média térmicas anuais são em torno de 28 º C, uma pluviosidade média de 600 mm anual e a umidade relativa do ar média de 62 % anual.
Segundo a classificação``ao climática de Köppen, adaptada ao Brasil, o clima de São José é do tipo Bsh - Tropical Semi-Árido.

Solos
Tipos: Não Cálcio, Sílico-Argiloso e Pedregoso.

Flora
A vegetação é muito pobre, sofrendo influência do clima quente e seco e da pobreza do solo.Caatinga hiperxerófila apresenta cactáceas e plantas de porte baixo espalhadas.As principais espécies nativas são: jurema-preta, pereiro, marmeleiro, catingueira, juazeiro, xiquexique, mandacaru, faveleiro, e outras.

Fauna
Os principais animais nativos são: Preá, raposa, peba, tejuaçu, camaleão, cobras ( cascavel, jararaca, corre-campo, coral, etc.), seriema, marreca, paturi, jaçanã, asa branca, galinha d'água, juriti, papa-sebo, canário, graúna, garça, anu-preto, rolinha, e outros.

População
Segundo o novo senso feito pelo IBGE em 2006, a população são-joseense é de aproximadamente 4.200 habitantes.

Datas Importantes
1917 – É fundada a cidade de São José do Seridó no dia 04 de novembro.
1918 – Conclusão do Cemitério Público.
1919 – Inauguração da Igreja Matriz.
1920 – Construção do Mercado Público.
1938 – Construção do Colégio Jesuíno Azevedo.
1939 – Um cartório é instalado em São José e o povoado passa a categoria de Vila.
1947 – É instalado o primeiro telefônico público.
1952 – São José constrói um campo de pouso para aviões tipo teco-teco.
1960 – Construção do Posto de Saúde
1963 – No dia 26 de março com a emancipação política, São José passa a ser município.
1967 – Chega à energia elétrica.
1969 – Construção da Prefeitura.
1973 – Construção da Maternidade.
1974 – Construção do Centro Recreativo.
1976 – Construção do Colégio Raul de Medeiros Dantas
1980 – Construção do Ginásio Raimundo Silvino da Costa.
1984 – Construção da Delegacia.
1988 – Construção do Estádio do Futebol José Libânio.


Histórico do Cemitério Público de Jardim do Seridó-RN

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O Cemitério Público de Jardim do Seridó, teve sua Benção no dia 12 de março de 1858 pelo Primeiro Vigário de Jardim do Seridó, Padre Francisco Justino Pereira de Brito, no local tem seis Sacerdotes presentes. No dia 12 de março, transcorreu os 150 anos da sua Bênção.

Assim o Padre Francisco Justino escreveu no Livro de Tombo no 01 da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, às folhas 05 verso. “O Cemitério desta Povoação foi construído às esperanças do Povo da Freguesia, pelo qual promovi subscrição para este fim e pertence à Fábrica da Matriz, por ter sido a mente dos subscritores. Foi ele bento por mim aos 12 de março do presente ano com a assistência de seis sacerdotes e de inúmero povo. Do que para constar faço esta Nota, em que assino. Conceição do Azevedo, 15 de abril de 1858. O Vigário Visitador Francisco Justino Pereira de Brito”.

O Cemitério foi construído em terreno doado à Paróquia pelo casal Antônio de Azevedo Maia, o terceiro conhecido por Antônio Padre e sua esposa Úrsula Leite de Oliveira, conforme Escritura Pública datada de 03 de janeiro de 1858 arquivada no original na Secretaria Paroquial. Assinou a escritura o doador Antônio de Azevedo Maia, a rogo de Úrsula Leite de Oliveira e como testemunha assinou o genro do casal Rodrigo de Medeiros Rocha e também como testemunhas assinaram: Pacífico de Araújo Pereira, José Quitino de Medeiros e Antônio Fernandes de Araújo. Media o referido terreno 25 braças de comprimento por 15 de largura o equivalente a 55 metros de comprimento por 33 metros de largura.

A Capela antiga com os túmulos de um lado e de outro na parede ficavam nos fundos, pois o Cemitério era voltado para o Norte, como ainda está a referida Capela, quase intacta. Depois a entrada do Cemitério foi mudada para o nascente. A primeira ampliação foi feita pelo Prefeito Joaquim Alves da Silva para o lado do nascente, é a parte mais baixa na entrada. A Prefeita Maria José Lira Medeiros anos depois ampliou duas vezes o Cemitério para o Norte e a parte mais nova onde está a nova Capela.

Anteriormente os sepultamentos eram realizados nas Igrejas, assim muitas pessoas foram sepultadas na Matriz, desde o tempo da Primitiva Capela de Nossa Senhora da Conceição, onde foi sepultado o Fundador de Jardim do Seridó, Antônio de Azevedo Maia Júnior. Com a construção do Cemitério os sepultamentos passaram a ser no mesmo. No entanto mesmo após a Bênção do Cemitério várias pessoas foram sepultadas na Matriz, era costume da época. O Cemitério é lugar sagrado por isso á chamado de “Campo Santo” ali estão sepultados os mortos a espera da Ressurreição. O Evangelho de São João no Capítulo 05, Versículo 25b diz: “Os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão”.

Os Túmulos com sua arquitetura variada formam um Patrimônio arquitetônico e histórico de valor. Ali estão sepultados três Sacerdotes: Padre Manoel Teixeira da Fonseca, Capelão da Conceição do Azevedo e Primeiro Coadjutor da Paróquia, falecido em 18 de julho de 1864. O Padre Francisco Justino Pereira de Brito, Primeiro Vigário da Paróquia, que benzeu o Cemitério, Visitador Diocesano e Deputado, falecido em 07 de novembro de 1871. O Padre Luiz Marinho de Freitas, Sétimo Vigário desta Paróquia, falecido em 21 de setembro de 1902. Autoridades Civis, como o Coronel Felinto Elísio de Oliveira Azevedo, único filho de Jardim do Seridó, que governou o Estado, Prefeito, 07 vezes e Deputado 09 vezes. Ex-Deputados, Dr. Manoel Augusto de Medeiros, Joaquim Alves da Silva e Dr. Paulo Gonçalves de Medeiros. Vários Ex-Prefeitos. Veteranos da Guerra do Paraguai, como o Professor Jesuíno Ildefonso de Oliveira Azevedo e Vicente Ferreira de Azevedo.

Pessoas nascidas aqui ou até mesmo de outros países, portugueses, escravos africanos, o comerciante italiano Braz Finizola (Avô do médico e compositor Jardinense Dr. Janduy Finizola), o químico colombiano Ruben Dario Gusman, também pessoas de outras partes do Brasil, como a Índia do Amazonas, Radomá, batizada aqui pelo nome cristão de Virgínia em 1909. Pessoas humildes como Conrada e Seu Higino “Sem Destino” além de outras anônimas

O Cemitério de Jardim do Seridó é um Patrimônio Sagrado que deve ser preservado e respeitado por todos. No passado os Cemitérios eram propriedades das Igrejas depois passou para os governos municipais. Os 150 anos do Cemitério foram comemorados condignamente.

Sebastião Arnóbio de Morais
Pesquisador da História do Seridó

Historia de Santana do Seridó-RN

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Em meados do século XVIII, em decorrência do crescimento das atividades rurais em Jardim do Seridó, chegaram à localidade trabalhadores e pequenos proprietários, dentre eles o Sr. José Aprígio Batista, com o objetivo de plantar cereais e criar gado. Foi o José Aprígio quem começou a construir casas em suas terras, o que fez com que outros também fossem construindo e o resultado foi a formação de um pequeno núcleo habitacional às margens do riacho da Raposa. Logo depois através do professor Cosmo Rodrigues a população local recebia os primeiros ensinamentos sobre as letras do alfabeto e a tabuada.

No ano de 1927, o povoado realizava sua primeira feira sob a coordenação do Sr. Heráclito Pires Fernandes, na época Presidente da Intendência de Jardim do Seridó. No aglomerado foi construída uma capelinha, em 1930, em homenagem a Nossa Senhora de Santana, sua padroeira. Começaram as celebrações, as novenas para festejar todo o ano o dia de Nossa Senhora de Santana, e dessa devoção resultou o nome daquele povoado. Em 30 de novembro de 1953 era criado o distrito de Santana do Seridó, através da Lei n° 962. O distrito desmembrou-se de Jardim do Seridó no dia 10 de maio de 1962, através da Lei n° 2.770, tornando-se município e oficialmente instalado em 9 de abril do ano de 1963.
Texto: IdBrasil

77º Aniversário de Ordenação Presbiteral de Dom Hélder Câmara

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Cerca de 300 pessoas compareceram, sexta-feira passada (15), na Celebração Eucarística que homenageou o septuagésimo sétimo aniversário de Ordenação Presbiteral do Arcebispo Emérito de Olinda e Recife, falecido há nove anos, Dom Hélder Câmara.

Passados vinte e três anos de sua renúncia, e nove anos de seu falecimento é notório o grande carinho do povo recifense pelo o Dom da Paz como era conhecido.

A Celebração foi presidida por Dom Fernando Saburido, Bispo de Sobral - CE, e Concelebrada pelos Bispos de Caruaru, Dom Bernardino Marchió e Palmares Dom Genival Saraiva de França e pelos Padres que foram ordenados pelas mãos de Dom Hélder.

Após o término da Celebração Dom Fernando foi abraçado pelos fieis que desejavam rever o ex-Bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife.

O próximo evento que marcará o ano rumo ao centenário de Dom Hélder Câmara será dia 27 na igreja da Sé – Olinda, onde haverá uma celebração em memória ao nono aniversário de morte de Dom Hélder Câmara.

Posse do novo bispo de Guarabira acontece dia 31

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Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena tomará posse na Diocese de Guarabira (PB), dia 31 deste mês. A celebração acontecerá na Catedral de Nossa Senhora da Luz, em Guarabira, às 16 horas.

A ordenação episcopal de Dom Lucena aconteceu no último domingo, dia 17, às 9 horas, na Catedral de Santana, em Caicó. Foi ordenante, o Arcebispo emérito de Natal, Dom Heitor de Araújo Sales, e como co-ordenantes, o bispo de Caicó, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, e o bispo de Campina Grande a administrador apostólico de Guarabira, Dom Jaime Vieira Rocha. Vinte bispos do Regional Nordeste 2, da CNBB, participaram da celebração, entre eles, o Arcebispo de Natal, Dom Matias Patrício de Macêdo, e o Presidente do Regional e Arcebispo de Maceió (AL), Dom Antônio Muniz. Dezenas de padres do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, além de diáconos, seminaristas, religiosas e centenas de leigos também participaram da celebração.

Dom Francisco Lucena nasceu no dia 19 de outubro de 1963, em Jardim do Seridó (RN). Foi ordenado presbítero, também sob a imposição das mãos e oração consecratória de Dom Heitor, no dia 21 de março de 1991, na Catedral de Santana. Na Diocese de Caicó, ocupou várias funções, como ecônomo, reitor do Seminário Santo Cura D'Ars, professor da Faculdade de Teologia, entre outras. Quando da transferência do então bispo de Caicó, Dom Jaime Vieira Rocha, para a Diocese de Campina Grande (PB), em abril de 2005, Pe. Lucena foi eleito administrador diocesano, função que exerceu até a posse do novo bispo, Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, em 8 de outubro de 2006. De 28 de janeiro de 2007 até maio deste ano, o então Mons.Lucena estava à frente da Paróquia de São Francisco de Assis, de Lagoa Nova. Em 28 de maio, foi nomeado bispo para a Diocese de Guarabira (PB).

O que diz a Igreja Católica sobre as pessoas que cometem suicídio?

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O Catecismo da Igreja Católica nos ensina que “a dignidade da pessoa humana se fundamenta em sua criação à imagem e semelhança de Deus” (CIC 1700/ 356) e que “a imagem divina está presente em cada pessoa” (CIC 1702/1878) e por isso “a pessoa humana é a ‘única criatura na terra que Deus quis por si mesma’. Desde a sua concepção é destinada à bem-aventurança eterna.” (CIC 1703/363/2258)

Entende-se com isso que Deus nos criou por amor e por amor nos sustenta. Também é pelo seu amor que Nele caminhamos e com Ele vivemos, e a Ele voltaremos. Esta é a vida do homem na Terra: vir de Deus, viver por Deus e a Deus tornar. E Deus quer que a vivamos em abundância (cf. Jo 10,10).

Diante destas verdades imutáveis, compreendemos que a vida é um dom de Deus e somente Ele tem o poder de revogá-la. O homem, ao contrário, por ser criatura, tem o dever de administrá-la (ou seja, ele não é dono da vida, mas administrador).

Veja o que diz o Catecismo sobre isto:

“Cada um é responsável por sua vida diante de Deus, que lha deu e que dela é sempre o único e soberano Senhor. Devemos receber a vida com reconhecimento e preservá-la para a honra Dele e a salvação de nossas almas. Somos os administradores e não os proprietários da vida que Deus nos confiou. Não podemos dispor dela” (grifos meus).

Fica mais que claro neste parágrafo que Deus, quando nos confiou este dom, deu-nos por amor, mas não nos poupou do compromisso de bem cuidá-lo, preservando-o. Logo, todo ato contra a vida é mal. Ora, o suicídio é um ato mal, é contraditório à vida, pois atenta contra ela e conseqüentemente contra o seu Criador: Deus;

“é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade. É proibido pelo quinto mandamento” (CIC. 2325) Portanto cometer o suicídio é pecado, é mal e contrário ao natural do homem: viver.

Infelizmente convivemos numa sociedade onde há grupos que usam do suicídio como um meio de exemplo e/ou protesto, incitando jovens, crianças, homens e mulheres à prática. Num caso como este o suicídio torna-se ainda mais grave: torna-se escândalo (já que leva o outro a pecar, podendo perder assim sua alma para sempre). Mas há também os que cometem o suicídio em conseqüência de distúrbios psíquicos graves, depressão, angústia ou desespero, por medo grave de tortura, sofrimento ou provação. Nestes casos pode-se diminuir a responsabilidade do suicida (porque agiu excitado pelo medo, ‘perdendo’, assim, o uso da razão. Confira em CIC 2282/1735).

Entendendo que a vida é um dom de Deus, que Ele a criou e nos deu por amor, mas pediu que dela bem cuidássemos e não atentássemos contra ela, pois isto é um pecado, podemos concluir que o suicida está no inferno? Não, não podemos. E por quê? Porque Deus é misericórdia e amor, tanto que deu ao mundo seu Filho único para a remissão dos nossos pecados. E por ser misericórdia e amor, apenas Deus pode julgar alguém nesta condição. Com isso a Igreja nos orienta a “não desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus pode, por caminhos que só Ele conhece, dar-lhe ocasião de um arrependimento salutar. A Igreja ora pelas pessoas que atentaram contra a própria vida”. (CIC 2283/ 1037)

Por fim, podemos entender que a Igreja entende o suicídio como pecado, mas anima aos cristãos a não se desesperarem por aqueles que o cometeram, e sim, rezar por suas almas.

O “Grande Livro”

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Dom Paulo Francisco Machado

Um dos mais belos frutos do Vaticano II com a Constituição Sacrosanctum Concilium, sobre a Sagrada Liturgia, foi incrementar ainda mais no fiéis o amor à Palavra de Deus. A cada dia mais se venera a Sagrada Escritura como lugar de especial encontro com Jesus, pois “o desconhecimento das Escrituras é desconhecimento de Cristo”, dizia São Jerônimo.

A Sagrada Liturgia procura nos instruir, chamando a nossa atenção para fazer da Bíblia o nosso grande livro de espiritualidade, promovendo aquele encontro pessoal com o Senhor, para Dele nos tornarmos discípulos e nos lançarmos, com maior ânimo, na missão a todos nós confiada: “Ide, pelo mundo inteiro...”

Alguns ritos da Liturgia nos ensinam a amar a Palavra de Deus. Na procissão de entrada, o diácono porta respeitosamente e, à vista de toda a assembléia, o Evangeliário. Ele o carrega fechado e como um ostensório. Assim nos esclarece que somos chamados a venerar a Palavra de Deus, como veneramos e amamos o Corpo Eucarístico do Senhor. O Grande Livro dos atos e palavras de Cristo é depositado fechado no altar.

Nas nossas celebrações, mesmo nas mais simples capelas, não é raro assistir, antes do início da primeira leitura, a procissão de entrada do Lecionário. Comumente, ao menos é essa a minha experiência, o livro vem aberto. Aqui, cabe-me chamar a atenção para um ponto. Ás vezes, a equipe de liturgia é tão criativa na apresentação do Lecionário ou da Sagrada Escritura, que acaba por distrair os fiéis com espetáculos de danças, músicas, e até mesmo, verdadeiros shows pirotécnicos. Penso que não é nada oportuna essa apresentação teatral “apoteótica”, pois se torna obstáculo para o cristão preparar no fundo do coração aquela terra apta para acolher a boa semente da Palavra.

De forma bem clara a Liturgia vai nos ensinando com que respeito e veneração os cristãos cercam os seus livros sagrados: entre luzes ela é conduzida até o ambão, é incensada, tem sua página traçada com o sinal da cruz, é beijada, adornada com uma bela capa. Por isso é lastimável que a proclamação da Palavra seja feita a partir de um jornal ou de uma folha. Nas missas mais solenes, após a proclamação do evangelho, o bispo abençoa o povo com o Evangeliário (IGMR 175). O Lecionário é honrando na Liturgia como o próprio Corpo do Senhor (DV, 21; cf IGMR,29).

A partir desta pista, creio que já podemos oferecer uma reflexão sobre a forma de se conduzir o Lecionário – deveria ser esse e não a Bíblia - nas Celebrações Litúrgicas: o Grande Livro deveria estar fechado.

Eis um argumento tomado do Evangelho segundo Lucas (Lc 4,17.20). Os gestos de Jesus nos mostram com que carinho e veneração era tratado o Livro Sagrado. Aí fala-se em “desenrolar o livro”, portanto o Livro do profeta Isaías estava fechado, e no mesmo estado permanecerá após a sua leitura na sinagoga de Nazaré. Penso que esse não é um gesto meramente funcional de quem deseja preservar o livro, mas demonstração de sua dignidade.

No livro do Apocalipse, que, segundo alguns exegetas, é portador dos ecos da liturgia cristã primitiva, encontramos o seguinte texto: “Eu vi também, na mão direita do que estava assentado no trono, um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos ... Então um dos Anciãos me falou: Não chores! O Leão da tribo de Judá, o descendente de Davi achou meio de abrir o livro e os sete selos” (Ap 5,1.5).

O que mais me incomoda é ouvir o inoportuno comentarista mencionando o nome do leitor(a). A assembléia não se reúne para ouvir fulano ou sicrano, mas quer que seja proclamada a “Palavra do Senhor”. No espírito de fé, temos aquela mesma disposição interior de quem um dia disse: “A quem iremos, Senhor, só tens palavra de vida eterna”.

O que jamais podemos esquecer e a Santa Liturgia de muitos modos vem nos recordar é que: “A Palavra se fez carne e veio morar entre nós”.

O QUE DEVE E O QUE NÃO DEVE SER FEITO NA MISSA

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Saiba o que deve e o que não deve ser feito na celebração da Missa

A instrução Redemptionis Sacramentum, descreve detalhadamente como se deve celebrar a Eucaristia e o que pode ser considerado “abuso grave” durante a cerimônia. Aqui lhes oferecemos um resumo das normas que o documento recorda a toda a Igreja. __________________________________________________

No Capítulo I sobre a “ordenação da Sagrada Liturgia” afirma que:

Compete à Sé Apostólica ordenar a sagrada Liturgia da Igreja universal, editar os livros litúrgicos, revisar suas traduções a línguas vernáculas e vigiar para que as normas litúrgicas sejam fielmente cumpridas.

Os fiéis têm direito a que a autoridade eclesiástica regule a sagrada Liturgia de forma plena e eficaz, para que nunca seja considerada a liturgia como propriedade privada de alguém.

O Bispo diocesano é o moderador, promotor e custódio de toda a vida litúrgica. A ele corresponde dar normas obrigatórias para todos sobre matéria litúrgica, regular, dirigir, estimular e algumas vezes também repreender.

Compete ao Bispo diocesano o direito e o dever de visitar e vigiar a liturgia nas igrejas e oratórios situados em seu território, também aqueles que sejam fundados ou dirigidos pelos citados institutos religiosos, se os fiéis recorrem a eles de forma habitual.

Todas as normas referentes à liturgia, que a Conferência de Bispos determine para seu território, conforme as normas do direito, devem se submeter a recognitio da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, sem a qual, carecem de valor legal.
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No Capítulo II sobre a “participação dos fiéis leigos na celebração da Eucaristia”, estabelece que:

A participação dos fiéis leigos na celebração da Eucaristia, e nos outros ritos da Igreja, não pode ser equivalente a uma mera presença, mais ou menos passiva, mas deve ser valorizada como um verdadeiro exercício da fé e da dignidade batismal.

A força da ação litúrgica não está na mudança freqüente dos ritos, mas, verdadeiramente, em aprofundar na palavra de Deus e no mistério que se celebra.

Entretanto, não se diz necessariamente que todos devam realizar outras coisas, em sentido material, além dos gestos e posturas corporais, como se cada um tivesse que assumir, necessariamente, uma tarefa litúrgica específica; embora convenha que se distribuam e realizem entre várias pessoas as tarefas ou diversas partes de uma mesma tarefa.

Alenta a participação de leitores e acólitos que estejam devidamente preparados e sejam recomendáveis por sua vida cristã, fé, costumes e fidelidade ao Magistério da Igreja.

Recomenda a presença de crianças ou jovens coroinhas que realizem algum serviço junto ao altar, como acólitos, e recebam uma catequese conveniente, adaptada a sua capacidade, sobre esta tarefa. A esta classe de serviço ao altar podem ser admitidas meninas ou mulheres, segundo o parecer do Bispo diocesano e observando as normas estabelecidas.
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No Capítulo 3, sobre a “celebração correta da Santa Missa” especifica sobre:

A matéria da Santíssima Eucaristia

O pão a ser consagrado deve ser ázimo, apenas de trigo e feito recentemente. Não podem ser usadas cereais, substâncias diferentes do trigo. É um abuso grave introduzir em sua fabricação frutas, açúcar ou mel.

As hóstias devem ser preparadas por pessoas honestas, especialistas na elaboração e que disponham dos instrumentos adequados.

As frações do pão eucarístico devem ser repartidas entre os fiéis, mas quando o número deste excede as frações deve-se usar hóstia pequenas.

O vinho do Sacrifício deve ser natural, do fruto da videira, puro e sem corromper, sem mistura de sustâncias estanhas. Na celebração deve ser misturado com um pouco de água. Não deve ser admitida, sob nenhum pretexto, outra bebida de qualquer gênero.

A Oração Eucarística

Só podem ser utilizadas as Orações Eucarísticas do Missal Romano ou as aprovadas pela Sé Apostólica. Os sacerdotes não têm o direito de compor orações eucarísticas, mudar o texto aprovado pela Igreja, nem utilizar outros, compostos por pessoas privadas.

É um abuso que algumas partes da Oração Eucarística sejam pronunciadas pelo diácono, por um ministro leigo, bem como por um só ou todos os fiéis juntos. A Oração Eucarística deve ser pronunciada em sua totalidade, e somente, pelo sacerdote.

O sacerdote não pode partir a hóstia no momento da consagração.

Na Oração Eucarística não se pode omitir a menção do Sumo Pontífice e do Bispo diocesano.

As outras partes da Missa

Os fiéis têm o direito de ter uma música sacra adequada e idônea e que o altar, os paramentos e os panos sagrados, segundo as normas, resplandeçam por sua dignidade, nobreza e limpeza.

Os textos da Liturgia não podem ser mudados.

A liturgia da palavra não pode ser separada da liturgia eucarística, nem celebradas em lugares e tempos diferentes.

A escolha das leituras bíblicas deve seguir as normas litúrgicas. Não está permitido omitir ou substituir, arbitrariamente, as leituras bíblicas prescritas nem mudar as leituras e o salmo responsorial com outros textos não bíblicos.

A leitura evangélica fica reservada ao ministro ordenado. Um leigo, ainda que seja religioso, não deve proclamar a leitura evangélica na celebração da Missa.

A homilia nunca poderá ser feita por um leigo. Tampouco os seminaristas, estudantes de teologia, assistentes pastorais nem qualquer membro de alguma associação de leigos.

A homilia deve iluminar desde Cristo os acontecimentos da vida, sem esvaziar o sentido autêntico e genuíno da Palavra de Deus, por exemplo, tratando apenas de política ou de temas profanos, ou usando como fonte idéias que provém de movimentos pseudo-religiosos.

Não se pode admitir um “Credo” ou Profissão de fé que não encontre nos livros litúrgicos devidamente aprovados.

As oferendas, além do pão e do vinho, também podem compreender outros dons. Estes últimos devem ser colocados em um lugar conveniente, fora da mesa eucarística.

A paz deve ser dada antes de distribuir a sagrada Comunhão, lembrando que esta prática não tem um sentido de reconciliação nem de perdão dos pecados.

Sugere-se que o gesto da paz seja sóbrio e seja dado apenas aos mais próximos. O sacerdote pode dar a paz aos ministros, permanecendo no presbitério. Para não alterar a celebração e do mesmo modo se, por uma boa causa, deseja dar a paz a alguns fiéis. O gesto de paz é estabelecido pela Conferência de Bispos, com o reconhecimento da Sé Apostólica, “segundo a idiossincrasia e os costumes do lugar”.

A fração do pão eucarístico deve ser feita somente pelo sacerdote celebrante, ajudado, se for o caso, pelo diácono ou por um concelebrante, mas nunca por um leigo. Esta começa depois de dar a paz, enquanto se diz o “Cordeiro de Deus”.

É preferível que as instruções ou testemunhos expostos por um leigo sejam feitas fora da celebração da Missa. Seu sentido não deve ser confundido com a homilia, nem suprimi-la.

União de vários ritos com a celebração da missa

Não se permite a união da celebração eucarística com outros ritos quando o que será acrescentado tem um caráter superficial e sem importância.

Não é lícito unir o Sacramento da Penitência com a Missa e fazer uma única ação litúrgica. Entretanto, os sacerdotes, independentemente dos que celebram a Missa, sim podem escutar confissões, inclusive nos mesmo lugar onde se celebra a Missa. Isto deve ser feito de maneira adequada.

A celebração da Missa não pode ser intercalada como acrescentado a uma ceia comum, nem se unir com qualquer tipo de banquete. A Missa não deve ser celebrada, salvo por uma grave necessidade, sobre uma mesa de jantar, ou na sala de jantar, ou no lugar que seja utilizado para uma recepção, nem em qualquer sala onde haja alimentos. Os participantes da Missa não podem sentar-se à mesa durante a celebração.

Não está permitido relacionar a celebração da Missa com acontecimentos políticos ou mundanos, ou com outros elementos que não concordem plenamente com o Magistério.

Não se deve celebrar a Missa pelo simples desejo de ostentação ou celebrá-la segundo o estilo de outras cerimônias, especialmente profanas.

Não devem ser introduzidos ritos tirados de outras religiões na celebração da Missa.
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No capítulo 4, sobre a “Sagrada Comunhão”, são apresentadas disposições como:

Estando em consciência de estar em pecado grave, não se deve celebrar nem comungar sem antes recorrer à confissão sacramental, a não ser que seja por um motivo grave e não haja oportunidade de confessar-se.

Deve-se vigiar para que não se aproximem à sagrada Comunhão, por ignorância, os não católicos ou, até mesmo, os não cristãos.

A primeira Comunhão das crianças deve ser sempre precedida da confissão e absolvição sacramental. A primeira Comunhão sempre deve ser administrada por um sacerdote e nunca fora da celebração da Missa.

O sacerdote não deve prosseguir a Missa até que tenha terminado a Comunhão dos fiéis.

Somente onde a necessidade o requer, os ministros extraordinários podem ajudar o sacerdote celebrante.

Pode-se comungar de joelhos ou de pé, segundo estabeleça a Conferência de Bispos, com a confirmação da Sé Apostólica.

Os fiéis têm sempre direito a escolher se desejam receber a Comunhão na boca, mas se o que vai comungar quiser receber o Sacramento na mão, a Comunhão deve ser dada.

Se existe perigo de profanação, o sacerdote não deve distribuir aos fiéis a Comunhão na mão.

Os fiéis não devem tomar a hóstia consagrada nem o cálice sagrado por si mesmo, muito menos passá-los entre si de mão em mão.

Os esposos, na Missa matrimonial, não devem administrar-se de modo recíproco a sagrada Comunhão.

Não deve ser distribuída de maneira de Comunhão, durante a Missa ou antes dela, hóstias não consagradas, outros comestíveis ou não comestíveis.

Para comungar, o sacerdote celebrante ou os concelebrantes não devem esperar que termine a comunhão do povo.

Se um sacerdote ou diácono entrega aos concelebrantes a hóstia sagrada ou o cálice, não deve dizer nada, quer dizer, não pronuncia as palavras “o Corpo de Cristo” ou “o Sangue de Cristo”.

Para administrar aos leigos a Comunhão sob as duas espécies, devem levar em conta, convenientemente, as circunstâncias, sobre as quais devem julgar em primeiro lugar os Bispos diocesanos.

Deve excluir totalmente a administração da Comunhão sob as duas espécies quando exista perigo, até mesmo pequeno, de profanação.

A comunhão não deve ser administrada com cálice aos leigos onde: 1) seja tão grande a quantidade de vinho para a Eucaristia e exista o perigo de que sobre tanta quantidade de Sangue de Cristo, que deva ser consumida no final da celebração»; 2) o acesso ordenado ao cálice só seja possível com dificuldade; 3) seja necessária tal quantidade de vinho que seja difícil poder conhecer sua qualidade e proveniência; 4) quando não esteja disponível um número suficiente de ministros sagrados nem de ministros extraordinários da sagrada Comunhão que tenham a formação adequada; 5) onde uma parte importante do povo não queira participar do cálice por diversos motivos.

Não se permite que o comungante molhe por si mesmo a hóstia no cálice, nem recebe na mão a hóstia molhada. A hóstia que a ser molhada deve ser feita de matéria válida e estar consagrada. Está absolutamente proibido o uso de pão não consagrado ou de outra matéria.
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No capítulo 5, sobre “outros aspectos que se referem à Eucaristia”, esclarece que:

A celebração eucarística deve ser feita em lugar sagrado, a não ser que, em algum caso particular, a necessidade exija outra coisa.

Nunca é lícito a um sacerdote celebrar a Eucaristia em um templo ou lugar sagrado de qualquer religião não cristã.

Sempre e em qualquer lugar é lícito aos sacerdotes celebrar o santo sacrifício em latim.

É um abuso suspender de forma arbitrária a celebração da Santa Missa em favor do povo, sob o pretexto de promover o “jejum da Eucaristia”.

Reprova-se o uso de copos comuns ou de escasso valor, no que se refere à qualidade, ou carentes de todo valor artístico, ou simples recipientes, ou outros copos de cristal, cerâmica, e outros materiais, que podem quebrar facilmente.

A vestimenta própria do sacerdote celebrante é a casula revestida sobre o alva e a estola. O sacerdote que se reveste com a casula deve colocar a estola.

Reprova-se o não uso das vestimentas sagradas, ou vestir apenas a estola sobre o cíngulo monástico, ou o hábito comum dos religiosos, ou a vestimenta comum.
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No capítulo 6, o documento trata sobre “a reserva da Santíssima Eucaristia e seu culto fora da Missa”. E nos lembra que:

O Santíssimo Sacramento deve ser reservado em um sacrário, na parte mais nobre, insigne e destacada da igreja, e no lugar mais apropriado para a oração.

Está proibido reservar o Santíssimo Sacramento em lugares que não estão sob a segura autoridade do Bispo ou onde exista perigo de profanação.

Ninguém pode levar a Sagrada Eucaristia para casa ou a outro lugar.

Não se exclui a oração do terço diante da reserva eucarística ou do santíssimo Sacramento exposto.

O Santíssimo Sacramento nunca deve permanecer exposto sem suficiente vigilância, nem sequer por um período muito curto.

É um direito dos fiéis visitar freqüentemente o Santíssimo Sacramento.

É conveniente não perder a tradição de realizar procissões eucarísticas.

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O capítulo 7 versa sobre “os ministérios extraordinários dos fiéis leigos”.

Ali o documento especifica que:

As tarefas pastorais dos leigos não devem assemelhar-se à forma do ministério pastoral dos clérigos. Os assistentes pastorais não devem assumir o que propriamente pertence ao serviço dos ministros sagrados.

Somente por verdadeira necessidade pode-se recorrer ao auxilio de ministros extraordinários na celebração Liturgia.

Nunca é lícito aos leigos assumir as funções ou as vestimentas do diácono ou do sacerdote, ou outras vestes semelhantes.

Se habitualmente há um número suficiente de ministros sagrados, não se podem designar ministros extraordinários da sagrada Comunhão.
Em tais circunstâncias, os que foram designados para este ministério, não devem exercê-lo.

Está reprovado o costume de sacerdotes que, apesar de estar presentes na celebração, abstêm-se de distribuir a comunhão, encomendando esta tarefa a leigos.

Ao ministro extraordinário da sagrada Comunhão nunca está permitido delegar a nenhum outro a administrar a Eucaristia.

Os leigos têm direito a que nenhum sacerdote, a menos que exista verdadeira impossibilidade, rejeite celebrar a Missa em favor do povo, ou que esta seja celebrada por outro sacerdote, se de diferente modo não se pode cumprir o preceito de participar da Missa, no domingo e outros dias estabelecidos.

Quando falta o ministro sagrado, o povo cristão tem direito a que o Bispo, na medida do possível, procure que se realize alguma celebração dominical para essa comunidade.

É necessário evitar qualquer confusão entre este tipo de reuniões e a celebração eucarística.

O clérigo que foi afastado do estado clerical está proibido de exercer a potestade da ordem. Não está permitido celebrar os sacramentos. Os fiéis não podem recorrer a ele para a celebração.

Qualquer católico tem direito a expor uma queixa por um abuso litúrgico, ao Bispo diocesano ou o Ordinário competente de igual direito, ou à Sé Apostólica, em virtude da primazia do Romano Pontífice.


Fonte: Catolicismo

Secretário da CNBB apresenta material da próxima Campanha da Fraternidade

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Fraternidade e Segurança Pública. Este é o tema da próxima Campanha da Fraternidade da CNBB, que só começará na Quarta-feira de Cinzas do ano que vem, mas os materiais já estão publicados e foram apresentados nesta quinta-feira, 7, na abertura da 6ª ExpoCatólica, em São Paulo. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, presidiu o ato de lançamento do material, que contou com a presença do cardeal de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, e do ministro da Justiça, Tarso Genro, além de outras autoridades.

“A Campanha da Fraternidade é um verdadeiro movimento de base, cujas estruturas envolvem toda a capilaridade da Igreja”, explicou dom Dimas. “A Campanha tem 47 anos de história e representa a articulação da Igreja na busca dos valores que defende enquanto parte da sociedade civil e responsável pela melhoria das condições sociais”.

O ministro Tarso Genro cumprimentou a Conferência dos Bispos pela escolha do tema e ressaltou a necessidade da sociedade civil participar dos grandes temas das políticas públicas desenvolvidas pelo Estado. Genro ressaltou que, para garantir a paz social, as medidas de segurança exigem “ações mais amplas e não apenas de natureza policial, passando pela inclusão social e desenvolvimento de políticas públicas para melhoria das condições de vida”.

O cardeal de São Paulo destacou a importância da paz e da justiça na convivência humana. “A valorização da vida e a proteção dos direitos fundamentais são modelo de conduta cristã que deve contribuir para a melhoria da sociedade”, afirmou dom Odilo.

Com o material da CF publicado, começa a preparação das lideranças que animarão a Campanha nas dioceses, paróquias e comunidades, durante a Quaresma de 2009. Publicado pela primeira vez pelas Edições CNBB, o material será comercializado também pelas livrarias católicas.


Fonte: CNBBNE2

Caicó deverá ter sinal aberto da TV Canção Nova

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Tudo está caminhando para que a cidade de Caicó tenha o sinal RTV da Canção Nova. Neste final de semana, com a presença em Natal do presidente da Fundação João Paulo II, Monsenhor Jonas Abib, no aniversário dos 50 anos da Rádio Rural, o advogado e jornalista Revil Alves manteve contato direto com o sacerdote que imediatamente deu sinal verde para a instalação da repetidora em canal aberto UHF da TV Canção Nova em Caicó.

Monsenhor Jonas afirmou que ao retornar a São Paulo vai repassar a solicitação ao administrador Wellington Silva Jardim – o Etto, para as devidas providências.

Segundo ainda Dr. Revil, monsenhor Abib ficou muito feliz com a idéia da emissora católica ter um sinal aberto na cidade seridoense, oportunidade em que ele recebeu das mãos de Revil um documentário em DVD da Festa de Sant’Ana de Caicó de 2007.


Fonte: DN Online

Assunção de Nossa Senhora

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Nossa Igreja celebra hoje, Maria. Ela aparece pela última vez nos escritos do Novo Testamento no primeiro capítulo dos Atos dos Apóstolos: Ela está no meio dos apóstolos, em oração no cenáculo, aguardando a descida do Espírito Santo.

Proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pelo Papa Pio XII no ano de 1950, declarando que Maria não precisou aguardar, como as outras criaturas, o fim dos tempos para obter também a ressurreição corpórea, quis por em evidência o caráter único da sua santificação pessoal, pois o pecado nunca ofuscou, nem por um instante, o brilho de sua alma. A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, foi assunta em corpo e alma à glória celestial.

Esta celebração foi decretada no Oriente no século VII, com decreto do imperador bizantino Maurício. Neste mesmo século a festa da Dormitio (passagem para a outra vida), também foi introduzida em Roma pelo Papa oriental, Sérgio I. Passou-se então um século antes que o termo dormitio cedesse o lugar ao nome Assunção de Nossa Senhora aos Céus. Sendo assim, os santos que já têm a visão beatífica, estão de certo modo aguardando a plenitude final da redenção, que em Maria já se dera com singular graça da preservação do pecado.



Santo Tarcísio

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Tarcísio foi um mártir da Igreja dos primeiros séculos, vítima da perseguição do imperador Valeriano, em Roma, Itália. A Igreja de Roma contava, então, com cinqüenta sacerdotes, sete diáconos e mais ou menos cinqüenta mil fiéis, no centro da cidade imperial. Ele era um dos integrantes desta comunidade cristã romana, quase toda dizimada pela fúria sangrenta daquele imperador.

Tarcísio era acólito do Papa Xisto II, ou seja, era coroinha na igreja, servindo ao altar nos serviços secundários, acompanhando o Santo Papa na celebração eucarística.

Durante o período das perseguições, os cristãos eram presos, processados e condenados a morrer pelo martírio. Nas prisões, eles desejavam receber o conforto final da Eucaristia. Mas era impossível entrar. Numa das tentativas dois diáconos, Felicíssimo e Agapito, foram identificados como cristãos e brutalmente sacrificados. O Papa Xisto II queria levar o Pão Sagrado a mais um grupo de mártires que esperavam a execução, mas não sabia como.

Foi quando Tarcísio pediu ao Santo Papa que o deixasse tentar, pois não entregaria as hóstias a nenhum pagão. Ele tinha doze anos de idade. Comovido o Papa Xisto II o abençoou e lhe deu uma caixinha de prata com as hóstias. Mas Tarcísio não conseguiu chegar à cadeia. No caminho foi identificado e como se recusou a dizer e entregar o que portava, foi abatido e apedrejado até morrer. Depois de morto, foi revistado e nada acharam do Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, simpatizante dos cristãos, que o levou às catacumbas, onde foi sepultado.

Estas informações são as únicas existentes sobre o pequeno acólito Tarcísio. Foi o Papa Dâmaso quem mandou colocar na sua sepultura uma inscrição com a data de sua morte: 15 de agosto de 257. Tarcísio foi primeiro sepultado junto com o Papa Stefano nas catacumbas de Calisto, em Roma. No ano 767 o Papa Paulo I determinou que seu corpo fosse transferido para o Vaticano, na basílica de São Silvestre e colocado ao lado dos outros mártires. Mas no ano de 1596 seu corpo foi transferido e colocado definitivamente embaixo do altar principal daquela mesma basílica.

A basílica de São Silvestre é a mais solene do Vaticano. Nela todos os Papas iniciam e terminam seus pontificados. Sem dúvida o lugar mais apropriado para o comovente protetor da Eucaristia: o mártir e acólito Tarcísio. Ele foi declarado padroeiro dos coroinhas ou acólitos, que servem ao altar e ajudam na celebração eucarística.

Do blog: A Paróquia de São Sebastião de Equador terminou a festa de Santo Tarcísio no dia 10 desse mês.

Juventude prepara Acampamento em Uruaçu

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As inscrições para o 7º Acampamento da Juventude, em Uruaçu, serão encerradas dia 20 de agosto. O Acampamento será realizado de 29 a 31 de agosto, no Monumento aos Mártires, na Comunidade de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, e é aberto a participantes de qualquer pastoral, movimento ou serviço ligado à juventude, na Arquidiocese de Natal.

As inscrições podem ser feitas na sala do Setor Juventude, no Centro Pastoral Pio X - subsolo da Catedral.

A programação constará de oficinas. "A escolha das oficinas será encaminahda no próprio acampamento", explicam os coordenadores. No dia 31, haverá programação especial, a cargo das coordenações arquidiocesanos da Catequese, da Pastoral Vocacional, do Setor de Leigos e do Setor Juventude. O IBAMA-RN participará do Acampamento, através da montagem de uma tenda, denominada "Teia da Vida".

Segundo a coordenação do Setor Juventude, cada participante do Acampamento deverá levar, além dos pertences pessoais, colchonete, lençol, toalha, repelente, prato, talher e bíblia.

Os interessados podem obter mais informações pelos telefones: (84) 3615-2800 / 3272-0447 / 9943-1560 ou pelo e-mail: amp@digi.com.br.

Termina hoje a festa da padroeira

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Montagem: Matheus Araújo
Todos os setores do município de Acari comemoram até hoje, a programação da festa de Nossa Senhora da Guia. Neste período o Museu Histórico da cidade realizou a exposição Esculpindo Arte, que segue até dia 22 deste mês A mostra tem obras de Ambrosio Córdola, que faz esculturas de santos utilizando madeira.

Dimas Ferreira produz objetos utilizando a pedra granito e Dimauri Lima, faz um reaproveitamento de peças de carros e bicicletas através de esculturas relacionadas com as profissões.

LIVROS

O Museu ainda apresentou o Lançamento de livros como o de Pery Lamartine "Saint Exupéry na América do Sul". A obra é baseada na crença dos natalenses mais românticos de que Saint Exupéry, o famoso autor do livro "O Pequeno Príncipe" esteve em Natal quando realizou suas andanças pela América Latina. Erich Ettensterger falou sobre sua obra, "66 Razoes para descobrir o Rio Grande do Norte e deliciar-se com Ele". Os autores Ângela Lucia Ferreira, Anna Rachel Baracho Eduardo, Ana Caroline Dantas Dias e George Alexandre Ferreira Dantas apresentaram o livro "Uma cidade sã e bela, a trajetória do saneamento de Natal 1850-1969".

A poesia teve seu espaço com a apresentação da obra "Palaça", de Francisco Ivan. O escritor Joabel Rodrigues de Souza trouxe "Santana: Uma bela festa, uma longa história" e "Tororó, Berço de Currais Novos". Mas a exposição não foi só feita de lançamentos, o autor Abimael Silva apresentou ao público presente na festa, a reedição de duas obras: "Homens e Fatos do Seridó Antigo", escrito originalmente por Dom José Adelino Dantas e "Denominação dos Municípios", de Manoel Dantas. Este segundo foi lançado especialmente em Acari, mas ainda será ao público em Natal. A festa da padroeira é uma das principais que acontecem no município e cada ano que passa se comprova um sucesso de público e de atração que mostra a fé e a religiosidade do povo do Seridó.

COORDENADORA

Segundo a Coordenadora Cultural e Diretora do Museu, Maria da Guia de Medeiros, a festa termina hoje, mas os livros ficarão à venda no museu por tempo indeterminado para que os cidadãos acarienses tenham a oportunidade de adquiri-los.

A Festa de Nossa Senhora da Guia termina hoje com uma programação religiosa e cultural dedicada a moradores e turistas. Às 10h tem a missa Solene na Matriz de Nossa Senhora da Guia, às 16h30 tem a Procissão com a Imagem de Nossa Senhora da Guia pelas principais ruas e encerramento da Festa. À noite, às 20h Inauguração da Loja Maçônica "Acácia do Seridó" e Baile Cardoso e seus metais. E, às 21h começa a apresentação da atração musical no Pavilhão da Festa - Cowboys Fora da Lei e Adônis Antônio.


Fonte: DN Online

PORNOGRAFIA E TECNOLOGIA

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A PRAGA DA PRONOGRAFIA

Os Bispos se preocupam com o efeito sobre a sociedade e o casamento

ARLINGTON, Virginia, domingo, 17 de dezembro de 2006 (ZENIT.org).- A pornografia é como uma praga roubando a alma das pessoas e destruindo casamentos. Assim disse o bispo Paul Loverde, em uma carta pastoral intitulada «Bought With a Price: Pornography and the Attack on the Living Temple of God» (Vindo com um preço: pornografia e o ataque ao templo vivo de Deus).

No documento publicado no dia 30 de novembro, o bispo de Arlington explicou que a chegada de nova tecnologia de comunicação como a internet, televisão e celulares via satélite, permite que a pornografia atinja mais e mais pessoas.

«Hoje, quem sabe, mais que em qualquer tempo anterior, o homem encontra seu dom da visão e por conseqüência sua visão de Deus distorcida pelo mal da pornografia», escreveu. «Obscurece e destrói a habilidade das pessoas de ver um ao outro como únicas e belas expressões da criação de Deus, em vez disso obscurece sua visão fazendo-as ver os outros como objetos a serem usados e manipulados».

Dom Loverde também apontou que a experiência da pornografia «muda o modo com que o homem e a mulher tratam um ao outro, em algumas vezes de forma dramática mas frequentemente de forma sutil».

A cultura hoje em dia, continuou, considera a pornografia como mera fraqueza privada, ou até como prazer legítimo. De fato é uma grave ofensa de acordo com o que está situado no nº 2354 do Catecismo da Igreja Católica.

Essa imoralidade vem da distorção da verdade sobre a sexualidade humana. Dessa forma, o que deveria ser a expressão da intima união de vida e amor de um casal casado, «é reduzida a uma fonte degradante de entretenimento e até lucro para outros».

Acrescentando -a carta pastoral continuou- a pornografia viola a castidade, pois introduz pensamentos impuros à mente do observador, que geralmente leva a atos impuros, como a masturbação ou adultério.

Isso é também uma ofensa contra a justiça. Isso é devido à grave lesão à dignidade dos participantes os quais se tornam, cada um, objeto de prazer e lucro ilícito de outros.

«Todos aqueles envolvidos na produção, distribuição, venda e uso da pornografia cooperam e em algum grau, faz possível o desabamento de outros», alertou o bispo Loverde.

Dano familiar

A carta também alertou do dano que a pornografia faz à família e ao casamento: «Desde a imersão de todos que estão envolvidos na ilusão de um mundo de fantasias, o uso da pornografia pelo homem afasta sua atenção e afeto de sua mulher».

Além disso, a visão consumista da sexualidade promovida pela pornografia danifica as mulheres e torna difícil, tanto para o homem como para mulher, de se prepararem para a fidelidade matrimonial.

O uso da pornografia dentro do casamento «é uma violação do comprometimento do casamento» apontou o prelado. O seu uso por um dos parceiros no casamento leva a sentimentos de rejeição e traição, que não são curados e que levam à destruição permanente do comprometimento conjugal.

O Bispo Loverde também refutou o argumento normalmente usado para defender a pornografia, de que não há vitimas. De fato, ele argumentou, a industria pornográfica frequentemente saqueia o vulnerável e o necessitado, seduzindo-os a comportamentos perigosos.

Também, a própria natureza da pornografia aumenta a violência contra a dignidade da pessoa humana. «Mas tirando uma aspecto essencial da pessoa -a sexualidade humana- e a transformando em uma mercadoria a ser trocada e vendida, ser usada e descartada por outros desconhecidos, a industria pornográfica comete o mais violento ataque à dignidade dessas vítimas», comentou a carta pastoral.

Downloading

A preocupação dos bispos é bem fundada. No ultimo dia 28 de maio o jornal britânico Independent publicou o resultado de um estudo do uso da internet para o acesso de pornografia. De acordo com a análise entregue por Nielsen NetRatings, quase 40% da população masculina na Grã Bretanha fez uso de web sites pornográficos nos no último ano.

A pesquisa também descobriu que mais da metade das crianças já se depararam com pornografia na internet «ao procurarem por outra coisa».

Enquanto isso, na Austrália, o jornal de Melbourne, Age, alertou no artigo do dia 4 de junho que o romance na internet substituiu o romance no escritório, como sendo a principal causa de rompimento conjugal.

O artigo citou conselheiros conjugais dizendo que eles vêm que «mais do que nunca relacionamentos vem sendo rompidos por um secreto amor virtual, enquanto os advogados relatam um aumento de divórcios relacionados à internet».

O potencial para traições foi evidente nos comentários feitos ao Age por uma psicóloga da Universidade Swinburne, Simone Buzwell. Ela é a co-autora do estudo «Finding Love Online» que envolve entrevistas com mais de 1000 pessoas. Buzwell percebeu que metade daqueles que acharam um romance online já estavam em um outro relacionamento.

De volta aos Estados Unidos, um artigo do dia 16 de agosto, no Christian Science Monitor indica que a pornografia pode fomentar um comportamento criminoso. É claro que nem todo mundo dependente da pornografia se torne violento ou cometa crime sexual. Mas, alertou Corydon Hammond, co-diretor do Sex and Marital Therapy Clinic da Universidade de Utah: «eu não acho que tenha visto um adulto criminoso sexual que não esteja envolvido com pornografia».

Essas preocupações sobre a pornografia também foram direcionadas a uma seção especial do jornal Colorado Catholic Herald, publicada no dia 10 de novembro. Quando o uso de pornografia se torna vício, «em vez de ser direcionado a um relacionamento amoroso, o sexo se torna primariamente uma experiência química», «um barato», explica um dos entrevistados, Dan Spadaro do Imago Dei Counseling em Colorado Springs.

Isso significa que para o viciado muitos outros relacionamentos são descartados. Viciados também tendem a negar o problema e ao invés disso criticam os demais. Eles são supostamente um largo número de viciados que lutam contra a depressão, apontou Spadaro.

Ele também comentou que o uso da pornografia pelo marido possui um efeito negativo sob a esposa. A esposa pode ser afetada com um sentimento de incapacidade, pensando que não é interessante o suficiente para o marido. Além disso, como o uso de pornografia envolve um segredo por parte do marido, as mulheres normalmente se sentem traídas, por eles terem mentido para elas.

Outra entrevista de um conselheiro, Rob Jackson, acrescentou que estudos recentes sugeriram que mulheres normalmente sofrem sinais de stress pós-traumáticos. «De acordo com minha experiência, muitas sofrerão um mix de emoções que inclui a raiva, a tristeza e a depressão», disse ele.

Um câncer

Merecidamente, o Cardeal Justin Rigali, da Filadelfia, descreveu a pornografia como um «câncer sobre a cultura contemporânea». No noticiário do dia 8 de junho do Catholic Standard and Times, jornal arquidiocesano, ele escreveu: «Violência, abuso sexual, trauma psicológico e ruptura de relacionamentos são frutos da pornografia».

O cardeal alertou sobre perigos de web sites pornográficos e pediu para que parentes dêem passos para assegurar que tal material não esteja livremente disponível às suas crianças.

Ele também encorajou todos a irem além da atração superficial da pornografia, ao que é a verdadeira beleza do amor matrimonial, «um amor que é unitivo e procreativo, um amor que espelha o amor de sacrifício de Cristo por sua Igreja».

Somando a sua voz à lista dos bispos que falam do assunto, Dom Thomas Wenski, de Orlando, Florida, dirigiu-se aos pais que agora estão fazendo listas de presentes de natal. «Sejam cuidadosos par não comprarem parafernálias que darão às crianças acesso à pornografia», ele alertou.

Escrevendo no jornal Orlando Sentinel no dia 26 de novembro, ele explicou que com aparelhos portáteis, como telefones celulares, PDAs, iPod vídeos, «sua criança será capaz de acessar a pornografia disponível na internet». «E se adultos e casais podem ser prejudicados pela pornografia, as crianças são mais vulneráveis. Sóbria consideração no meio das preparações festivas.

Pe. John Flynn