
Ao assumir a prefeitura de Jardim do Seridó no dia 01 de janeiro de 2009, o Padre Jocimar Dantas de Araújo será o quarto sacerdote a assumir os comandos do município jardinense. A função já tinha sido ocupada, antes por Padre Targino de Souza Silva, por sinal tendo sido o segundo prefeito da historia do município; Padre João Avelino de Albuquerque Silva e Padre Luiz Wanderley.
Padre Jocimar, conta o historiador Sebastião Arnóbio de Morais, foi o único dos quatro a ser eleito com o voto popular. Os outros três assumiram na condição de interventor, e por poucos anos.
Apenas Padre Luiz Wanderley não fez um mandato que agradasse a população. Teve a difícil missão de substituir o farmacêutico Heráclio Pires, depois de sua cassação. Não conseguiu ter a mesma aceitação que Doutor Heráclio tinha, e de tão desgastado, foi embora da cidade e nunca mais voltou. Nenhum dos ex-prefeitos padres estão vivos.
Fonte: Blog do Marcos Dantas
Jocimar é o quarto padre a assumir a Prefeitura de Jardim do Seridó
. Diocese de Caicó, Eleições, Igreja Católica Apostólica Romana, Jardim do Seridó, Seridó 0 comentáriosPostado por Matheus Araújo às 13:33:00
Eleições, coisa séria!
. Diocese de Caicó, Eleições, Igreja Católica Apostólica Romana 0 comentáriosAproxima-se o dia 05 de outubro, dia das Eleições, o povo exercerá o seu direito sagrado de eleger os seus representantes para os cargos de prefeito e vereador. Este ato cívico é de suma importância. Na democracia, o povo participa como sujeito e não como objeto, como protagonista e não como figurante. Este é o momento do povo proferir sua voz. Até se diz: “a voz do povo é a voz de Deus”, que Deus se manifeste, então, na vontade soberana do povo.
O voto decide o futuro do município e, conseqüentemente, de cada pessoa, de cada família, de cada comunidade e bairro. Por isto, todos devem levar a sério a decisão de escolher bem, pesando o próprio futuro e o da sua cidade. Acertar na escolha dos candidatos é um ato cívico de construção da cidade para todos.
O povo é protagonista quando assume o seu direito democrático de, livremente, escolher os candidatos que têm as melhores condições para exercer a função executiva (prefeito) e legislativa (vereador) no município. O voto livre significa escolher o candidato sem nenhum tipo de pressão. Entende-se por pressão a utilização de qualquer tipo de força para fazer o eleitor votar. A utilização de dinheiro e as ofertas de vantagens financeiras são pressão econômica; pressão de poder e a utilização de qualquer força exterior que venha interferir na escolha do candidato, como a perda do emprego, violência, etc. Estas ingerências na eleição tiram a liberdade do eleitor e se configurar em crime.
O cidadão livre analisa os candidatos a partir da sua consciência, dos seus valores morais, verificando a idoneidade daquele que pretende exercer o cargo político. Ele sabe que toda função política visa o bem da população. Sabe que o prefeito existe para trabalhar pelo bem comum de todos os munícipes. Sabe também que os vereadores existem para legislar, fiscalizar as ações públicas e incrementar políticas que atendam as necessidades da população. Conhecendo estas coisas, confrontando-as com os candidatos, o eleitor escolhe os que, segundo sua própria consciência e liberdade, são os melhores.
O bonito da democracia é o respeito às diferentes opiniões. Cada cidadão tem o direito de pensar segundo o seu universo cultural, suas experiências de vida, seus sonhos e anseios, que geram motivações únicas bem diversas dos outros. A imposição do pensamento único é antidemocrática. A multiplicidade de pensamento enriquece o processo democrático, abre novos horizontes, renova as visões, quebra os círculos viciosos de poder e faz da participação popular um dos fundamentos insubstituíveis da democracia. Neste tempo de eleições, o clima pode parecer difícil, tenso, cheio de conflitos, os ânimos dos candidatos e dos que os apóiam sobem às alturas, mas é o jeito de cada um expor as suas idéias, seus planos e defender os seus pontos de vista. Todas as eleições, aqui e no mundo inteiro, são assim. Depois, tudo passa e o clima volta ao seu normal.
Pensando bem e conhecendo o espírito do momento de campanha e eleições, devemos dar desconto dos ânimos esquentados e olhar o depois das eleições, quando vamos estar todos juntos, no mesmo barco, conduzidos por aqueles que conseguirão a confiança da maioria. Devemos entender que a vida continua e somos todos companheiros de viagem e necessitamos uns dos outros, necessitamos do respeito e da consideração daqueles que caminham conosco. Nunca tratem mal os adversários políticos. Eles são adversários agora, amanhã, vão estar juntos, pensando no bem comum.
O eleitor que vota num determinado candidato deve respeitar o outro que vota livremente naquele que sua consciência indica. Isto é democracia. Sejamos todos construtores de um mundo melhor, votando bem e respeitando o direito dos outros de vota livremente.
O momento das eleições, pois, se reveste de grande valência e ninguém se exclua do direito e do dever de votar e votar bem. Faça da eleição um ato de amor à sua cidade! Peça as luzes divinas para ajudar no discernimento da escolha do melhor candidato para prefeito e para vereador. Vote seriamente e salve a democracia!
Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz
Bispo Diocesano de Caicó.
Postado por Matheus Araújo às 18:20:00
Guia do eleitor
. Eleições, Igreja Católica Apostólica Romana 13 comentáriosPara os Verdadeiros Católicos
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http://www.catholic.com
(Tradução de Carlos M. Nabeto, para o website www.veritatis.com.br)
Este Guia oferece declarações claras e concisas acerca de cinco assuntos morais inegociáveis. Ao terminar de lê-lo, não restará dúvida ou confusão a respeito do ensino da Igreja, sobre o que ela exige de seus filhos.
Nenhuma parte deste Guia deverá ser interpretada como apoio para algum candidato ou partido político.
COMO ESTE GUIA DO ELEITOR PODE AJUDÁ-LO?
Este Guia do Eleitor o ajudará a votar de modo consciente, fundamentado no ensino moral católico. Este Guia o auxiliará a eliminar aqueles candidatos que apóiam políticas irreconciliáveis com as normas de moralidade sustentadas por todo cristão.
Face a maioria dos temas apresentados pelos candidatos e legisladores, os católicos podem favorecer um ou outro, sem ter que agir contra a sua fé. Com efeito, a maioria dos assuntos não necessita de uma "postura católica".
Porém, alguns assuntos são tão importantes, tão fundamentais, que apenas uma única ação pode estar de acordo com o ensino do evangelho cristão. Ninguém que defenda uma postura incorreta nesses assuntos pode dizer que age segundo as normas morais da Igreja.
Este Guia do Eleitor identifica os cinco assuntos "inegociáveis" e o ajuda a chega numa lista de candidatos aceitáveis, que postulam um cargo político, seja a nível nacional, estatal ou municipal.
Os candidatos que respaldarem qualquer dos cinco assuntos inegociáveis, devem ser considerados desqualificados para o desempenho de cargo público e, portanto, não devem receber o seu voto. Assim, você deverá fazer a sua escolha entre os candidatos restantes.
SEU PAPEL COMO ELEITOR CATÓLICO
Os católicos têm a obrigação moral de promover o bem comum ao exercer o seu privilégio de voto (cf. CIC, §2240). As autoridades civis não são as únicas responsáveis pelo país. "O serviço do bem comum exige dos cidadãos que cumpram com a sua responsabilidade na vida da comunidade pública" (CIC, §2239). Isto significa que os cidadãos devem participar do processo político na urna de votação.
Porém, a votação não pode ser arbitrária. "A consciência cristã bem formada não permite a alguém favorecer com o próprio voto a concretização de um programa político ou a aprovação de uma lei particular que contenham propostas alternativas ou contrárias aos conteúdos fundamentais da fé e da moral" (CVP nº 4).
Algumas questões sempre estarão erradas e ninguém poderá votar a favor delas direta ou indiretamente. Os cidadãos votam a favor desses males quando votam nos candidatos que se propõem a promovê-los. Portanto, os católicos não devem votar a favor de alguém que promove programas ou leis intrinsicamente más.
OS CINCO ASSUNTOS INEGOCIÁVEIS
Estes cinco assuntos são chamados inegociáveis porque contêm atos que sempre são moralmente maus e nunca podem ser promovidos pela lei. É pecado grave defender ou promover qualquer destes atos e nenhum candidato que verdadeiramente deseja fomentar o bem comum pode apoiar estes cinco assuntos inegociáveis:
1. O Aborto
Sobre uma lei que permite o aborto, a Igreja ensina que "nunca é lícito submeter-se a ela, nem participar em uma campanha de opinião a favor de uma lei semelhante, nem dar-lhe o sufrágio do próprio voto" (EV nº 73). O aborto é o assassinato intencional de um ser humano inocente e, portanto, é uma espécie de homicídio.
A criança sempre é parte inocente e nenhuma lei pode permitir que lhe seja tirada a vida. Mesmo quando uma criança é concebida em razão de estupro ou incesto, a criança não tem culpa e não deve sofrer a morte pelo pecado dos outros.
2. A Eutanásia
Às vezes disfarçada sob a denominação de "morte misericordiosa", a eutanásia é uma forma de homicídio. Ninguém tem o direito de tirar sua própria vida (suicídio) e ninguém tem o direito de tirar a vida de uma pessoa inocente.
Com a eutanásia, os doentes e os idosos são assassinados sob um sentido de compaixão mal fundamentado, pois a verdadeira compaixão não pode incluir o cometimento de atos intrinsicamente maus contra outra pessoa (cf. EV nº 73).
3. As Pesquisas com Células Estaminais Fetais
Os embriões humanos são seres humanos. "O respeito pela dignidade do ser humano exclui toda manipulação experimental ou exploração do embrião humano" (CDF nº 4b).
Os recentes avanços científicos demonstram que qualquer cura que possa resultar dos experimentos com células estaminais fetais pode também ser desenvolvida a partir do uso de células estaminais adultas. As células estaminais adultas podem ser obtidas sem causar mal aos adultos das quais provêem. Portanto, já não existe um argumento médico favorável ao uso das células estaminais fetais.
4. A Clonagem Humana
"As tentativas... para se obter um ser humano sem conexão alguma com a sexualidade, mediante 'fisão gemelar', clonagem, partenogênesis, devem ser consideradas contrárias à moral, porque estão em contraste com a dignidade tanto da procriação humana como da união conjugal" (RVH 1,6).
A clonagem humana também acaba sendo uma forma de homicídio porque destrói o clone "rejeitado" ou "fracassado"; no entanto, cada clone é um ser humano.
5. O "Matrimônio" Homossexual
O verdadeiro matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. O reconhecimento legal de qualquer outra forma de "matrimônio" menospreza o verdadeiro matrimônio e o reconhecimento legal das uniões homossexuais na realidade causa dano aos homossexuais, pois os anima a continuar vivendo sob um acordo objetivamente imoral.
"No caso de uma Assembléia Legislativa propor pela primeira vez um projeto de lei a favor da legalização das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de expressar clara e publicamente seu desacordo e votar contra o projeto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um ato gravemente imoral" (UPH nº 10).
COM QUAIS CARGOS POLÍTICOS DEVO ME PREOCUPAR?
As leis são aprovadas pelo Legislativo, o Executivo as faz cumprir e o Judiciário as interpreta. Isto quer dizer que você deve se preocupar com qualquer candidato ao Legislativo, ou qualquer um que se apresente como candidato ao Poder Executivo e, [nos países onde for cabível] os que se candidatam à magistratura. E isto não apenas em nível nacional, mas também estadual e municipal.
É certo que, quando o cargo é inferior, há menor probabilidade do candidato apoiar certas causas. Por exemplo, é possível que a Câmara Municipal jamais discuta o tema da clonagem humana. Porém, é muitíssimo importante avaliar cada candidato antes das eleições, sem importar o cargo que está disputando.
Poucas pessoas alcançam um alto posto sem ter ocupado um cargo menor. Algumas poucas pessoas se convertem em deputados, em senadores ou presidentes sem ter sido antes eleitas para um cargo menor. Porém, a maioria dos deputados, senadores e presidentes começaram sua carreira política em nível local. O mesmo ocorre com os deputados estaduais; muitos deles começaram nas Câmaras Municipais e associações de bairro, galgando aos poucos a carreira política.
Os candidatos que futuramente postularão cargos superiores procederão principalmente dos atuais candidatos a cargos menores. Por isso, é prudente empregar os mesmos princípios para os candidatos municipais como para os estaduais e federais.
Se os candidatos que estão equivocados nos cinco assuntos inegociáveis fracassarem na eleição para os cargos menores, talvez não postularão cargos superiores. Isto facilitaria a eleição dos melhores candidatos para os postos de maior influência em nível estadual e nacional.
COMO DETERMINAR A POSTURA DE UM CANDIDATO
1. Isto poderá se conseguir com maior facilidade quanto mais importante for o cargo. Por exemplo: apresentar estes assuntos [inegociáveis] aos deputados e senadores e determinar sua postura. O mesmo podemos fazer em nível estadual. Em ambos os casos, conhecer a postura de um candidato pode ser fácil ao ler artigos em jornais e revistas, buscar suas opiniões na Internet ou avaliar suas propostas impressas e distribuídas durante o período eleitoral.
2. Um pouco mais difícil é conhecer as opiniões dos candidatos aos cargos municipais, porque poucos deles tiveram a oportunidade de considerar a legislação sobre temas como o aborto, a clonagem e a santidade do matrimônio. Porém, estes candidatos, por serem locais, freqüentemente podem ser contatados diretamente ou mantêm comitês eleitorais onde poderão explicar sua postura perante estes temas.
3. Se não for possível determinar a postura do candidato por outros meios, não hesite em escrever-lhe diretamente e perguntar-lhe qual a sua posição sobre cada um dos assuntos inegociáveis.
COMO NÃO SE DEVE VOTAR
1. Não confie seu voto apenas à sua filiação partidária, em seus anteriores hábitos de votação ou na tradição familiar de voto. Há alguns anos, estas eram formas confiáveis para determinar em quem se poderia votar, mas hoje não são mais confiáveis. Deve-se olhar cada candidato como um indivíduo. Isto significa que você pode votar em candidatos de partidos distintos.
2. Não vote pela aparência ou personalidade do candidato ou por sua astúcia perante os meios de comunicação. Alguns desses candidatos atraentes, agradáveis e que dizem o que convém apóiam males intrínsicos quando deveriam se opor a eles, enquanto que outros candidatos, que parecem simples, cansados ou incomodados pelas câmaras defendem leis que estão de acordo com os princípios cristãos.
3. Não vote em candidatos apenas porque se declaram católicos. Infelizmente, muitos dos candidatos que se dizem católicos rejeitam os ensinamentos básicos da moral católica. Eles apenas são "católicos" porque querem o voto dos católicos.
4. Não selecione os candidatos baseando-se apenas no pensamento: "O que vou ganhar?". Tome sua decisão optando pelos candidatos que pareçam mais dispostos a promover o bem comum, ainda que você não se beneficie direta ou imediatamente do ordenamento legal que propõem.
5. Não premie com seu voto os candidatos que estejam corretos em assuntos menos importantes, mas que estão equivocados em assuntos morais fundamentais. Pode ser que um candidato adquira uma certa consideração por ter votado exatamente como você deseja, embora já tenha votado a favor - digamos - da eutanásia. Tal candidato jamais deve receber o seu voto. Os candidatos devem saber que estar equivocado em um dos cinco assuntos inegociáveis é suficiente para excluí-los da sua consideração.
COMO VOTAR
1. Para cada cargo, determine primeiro a posição que cada candidato possui em cada um dos cinco assuntos inegociáveis.
2. Elimine da sua relação os candidatos que estiverem equivocados em qualquer um dos assuntos inegociáveis. Não importa que tenham razão em outros assuntos; devem ser desprezados se estiverem equivocados em um só dos não negociáveis.
3. Escolha entre os candidatos restantes, baseando-se no seu juízo sobre as posições de cada candidato em outros assuntos de menor importância.
QUANDO NÃO HÁ UM CANDIDATO "ACEITÁVEL"
Em alguns debates públicos, cada candidato assume uma postura equivocada em um ou mais assuntos inegociáveis. Nesse caso, você pode votar no candidato que assuma menos posturas incorretas; ou que pareça ser mais incapaz para fazer avançar a legislação imoral; ou pode, ainda, não votar em ninguém.
O PAPEL DA SUA CONSIÊNCIA
A consciência é como um alarme: o adverte quando está a ponto de cometer algum erro. Ela apenas não determina o que é bom ou mau. Para que a sua consciência funcione corretamente, deve estar bem informada. Ou seja, você deve se informar sobre o que é bom e o que é mau. Só assim sua consciência será um guia confiável.
Infelizmente, muitos católicos hoje em dia não formaram suas consciências adequadamente sobre os assuntos fundamentais da moralidade. O resultado é que suas consciências não disparam nos momentos apropriados, inclusive no dia das eleições.
Uma consciência bem formada jamais contradiz o ensino moral católico. Por essa razão, se você tem dúvidas sobre o caminho que deve trilhar a sua consciência no momento de votar, ponha sua confiança no firme ensino moral da Igreja (o Catecismo da Igreja Católica é uma excelente fonte de ensino moral autêntico).
QUANDO ACABAR DE LER ESTE GUIA DO ELEITOR
Por favor, não pare com a simples leitura deste Guia. Leia-o, aprenda com ele e prepare a sua seleção de candidatos baseado nele. Após, forneça este Guia do Eleitor a um amigo e peça-lhe que o leia e o repasse a outros. Quanto mais pessoas votarem de acordo com os princípios morais básicos, melhor será o nosso país.
ABREVIAÇÕES
CIC - Catecismo da Igreja Católica
CVP - Congregação para a Doutrina da Fé: Nota doutrinal sobre algumas questões relativas ao compromisso e a conduta dos católicos na vida política.
CDF - Pontifício Conselho para a Família: Carta dos Direitos da Família.
EV - João Paulo II: Carta Encíclica Evangelium Vitae (O Evangelho da Vida)
RVH - Congregação para a Doutrina da Fé: Instrução acerca do respeito da vida humana nascente e dignidade da procriação.
UPH - Congregação para a Doutrina da Fé: Considerações acerca dos projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais
Postado por Matheus Araújo às 19:49:00
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